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Seduc-MT capacita 1,2 mil coordenadores pedagógicos para o início das aulas

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) capacitou 1.242 coordenadores pedagógicos que assumirão as respectivas funções no ano letivo de 2024, que inicia no dia 5 de fevereiro. A formação ocorreu no final de semana no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, com o objetivo de preparar esses profissionais para os desafios propostos pelas 30 políticas que compõem o Plano EducAção 10 Anos.

Os coordenadores foram capacitados em diversas áreas, como gestão escolar, currículo, avaliação educacional, formação continuada de professores, entre outras. A meta foi prepará-los para a continuidade das políticas educacionais da Seduc em suas 647 escolas.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou a importância dessas novas equipes para a melhoria do ensino-aprendizagem e o quanto é fundamental oferecer um ensino de qualidade e proporcionar oportunidades igualitárias aos estudantes.

Porto enfatizou que as ações propostas pelo Plano EducAção 10 Anos são fundamentais para alcançar esse objetivo e a formação dos coordenadores pedagógicos é um passo importante nessa direção. Para ele, a capacitação desses profissionais garantirá a continuidade da implementação efetiva das políticas educacionais, bem como o acompanhamento e a avaliação de sua eficácia.

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“A formação continuada dos professores é estruturada por cursos propostos na perspectiva do desenvolvimento profissional docente e visa atender as necessidades de melhoria de aprendizagem dos estudantes, identificadas a partir dos resultados de avaliações internas e externas e no desempenho na rotina escolar”, explicou o secretário.

A mestre em Educação e criadora da pós-graduação em coordenação pedagógica, Paola Sotta, foi a palestrante do evento de formação. Sotta ressaltou os três pilares para que as equipes sejam lideradas com maestria e melhorem o resultado pedagógico nas escolas.

“O trabalho dos coordenadores pedagógicos é fundamental para promover a articulação entre a equipe gestora, os professores e os estudantes, buscando garantir um ambiente escolar favorável à aprendizagem”, disse.

Os profissionais são responsáveis por acompanhar o desenvolvimento dos estudantes, apoiar os professores na elaboração de planos de ensino e promover ações pedagógicas que contribuam para a melhoria da qualidade da educação.

Rosinei Ferreira, coordenadora da Escola Estadual André Antônio Maggi, em Feliz Natal, foi uma das educadoras que participaram da formação. Ela disse que se sentiu motivada e honrada, pois no conteúdo ministrado foi possível identificar que a Seduc está comprometida com bem-estar dos profissionais da Educação e com a formação continuada.

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Já Rosane Behling, da Escola Estadual Padre José Maria do Sacramento, em Nova Brasilândia, parabenizou o estado por capacitar os profissionais para que o resultado da Educação continue mudando vidas em sala de aula. “A ideia foi excelente e nos trouxe um norte para a semana pedagógica que antecederá a volta às aulas. Me sinto honrada e valorizada como profissional da Educação”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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