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Seduc lança processo seletivo para contratação de psicólogos e assistentes sociais para escolas da Rede Estadual

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) lançou, nesta terça-feira (04.07), processo seletivo para preenchimento de vagas e formação de cadastro reserva de psicólogo e assistente social para escolas da Rede Estadual de Ensino. As inscrições começam nesta terça-feira e seguem até às 23h59 de quinta-feira (06).

Ao todo foram disponibilizadas 100 vagas, das quais 60 para Cuiabá (sendo 30 para cada cargo) e 40 para Várzea Grande (20 para cada cargo).

Entre os critérios para participar do processo seletivo para psicólogo estão: ser bacharel em psicologia, experiência em psicologia educacional escolar, pós-graduação na área de educação, experiência comprovada em unidade escolar; e inscrição ativa no Conselho Regional de Psicologia.

Já para assistente social a exigência é que seja bacharel em serviço social, tenha conhecimento em educação e curso de licenciatura plena, pós-graduação na área de educação, experiência comprovada em unidade escolar e possuir inscrição ativa no Conselho Regional de Serviço Social.

A seletiva ocorrerá em duas etapas, sendo a primeira a análise curricular, de caráter eliminatório, e a segunda uma entrevista online com comissão composta por psicólogos do quadro da Seduc. A entrevista também tem caráter eliminatório e classificatório.

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Somente participarão da segunda etapa os classificados dentro do número de vagas existentes ou eventual abertura para preenchimento imediato.

A inscrição é feita somente em formato online. O candidato precisa anexar em PDF o diploma e certificado de conclusão da graduação, o registro no Conselho Regional, o Currículo Vitae e outros documentos comprobatórios exigidos no edital.

A convocação dos aprovados será feita pela Seduc conforme a ordem de classificação, no prazo de validade do certame e de acordo com o interesse e conveniência do Poder Público.

Para acessar o formulário de inscrição, CLIQUE AQUI.
Confira o edital AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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