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Seduc e CGE lançam programa “Estudante – Cidadão do Futuro” para formar jovens protagonistas da gestão pública

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) lançaram, nesta terça-feira (14.10), o programa “Estudante – Cidadão do Futuro”, na Escola Estadual José Leite de Moraes, em Várzea Grande. A iniciativa tem o objetivo de fortalecer a educação cidadã, promover a cultura da integridade e aproximar os jovens da rede pública das práticas de transparência e controle social na administração pública.

Voltado a estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, o programa busca despertar o senso de pertencimento e o entendimento sobre o papel de cada cidadão na construção de um Estado mais ético, participativo e comprometido com o interesse público.

De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o projeto amplia o olhar dos jovens sobre as políticas públicas e incentiva a compreensão sobre a aplicação dos recursos públicos.

“Nosso objetivo é que vocês, estudantes, compreendam a fundo as políticas e orçamentos públicos, além dos recursos da educação, que são destinados à modernização dos espaços escolares e à valorização dos profissionais”, destacou o secretário.

O secretário controlador-geral do Estado, Paulo Farias, ressaltou a importância de aproximar o poder público da comunidade escolar como forma de fortalecer a cidadania.

“Esse é o intuito do programa. Vocês vão poder acompanhar, fiscalizar e participar da construção de um Estado cada vez melhor. O projeto vai ajudar a entender e aprender como as decisões são tomadas”, afirmou.

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Integridade Pública de MT

O “Estudante – Cidadão do Futuro” é um desdobramento do Programa de Integridade Pública de Mato Grosso, instituído pelo governador Mauro Mendes, em julho de 2023. O programa de integridade busca fortalecer a governança e a ética no serviço público estadual e já conta com a adesão de 100% dos órgãos e entidades do Poder Executivo.

A partir dessa base consolidada de integridade institucional, o novo projeto amplia o alcance das ações ao ambiente escolar, promovendo a formação cidadã de jovens e estimulando a compreensão prática sobre ética, transparência e responsabilidade social.

“O Programa de Integridade Pública foi um marco na consolidação da cultura da ética e da transparência no Governo de Mato Grosso. Agora, com o Estudante – Cidadão do Futuro, estamos levando esse conceito para as escolas, formando uma nova geração de cidadãos conscientes, que entendem o valor da integridade e da participação social”, destacou Paulo Farias.

Aprendizado prático e premiação

Nesta primeira edição, o “Estudante – Cidadão do Futuro” contemplará 10 escolas estaduais, cada uma com 15 alunos e um professor orientador. Ao longo das atividades, os participantes realizarão visitas no Centro Político Administrativo, participarão de oficinas temáticas e produzirão vídeos de até três minutos com o tema “Cidadania e Ética Digital”.

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Os vídeos serão avaliados por uma comissão técnica quanto à aderência ao tema e ao uso de linguagem inclusiva. Os três melhores serão premiados em dezembro, com valores de R$ 3.000,00, R$ 2.000,00 e R$ 1.000,00, destinados ao Grêmio Estudantil das escolas vencedoras, além de brindes para os participantes.

Idealizado pela CGE-MT e executado em parceria com a Seduc, o programa conta com o apoio das Secretarias de Estado de Comunicação (Secom) e de Fazenda (Sefaz), além do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

Entre seus principais objetivos, estão difundir valores de cidadania, ética, integridade e transparência, incentivar a participação dos jovens no acompanhamento das ações públicas, desenvolver habilidades criativas e técnicas e fortalecer o vínculo entre escola e Estado, promovendo confiança, colaboração e senso crítico entre os estudantes.

O programa marca mais um passo no compromisso do Governo de Mato Grosso com a formação de cidadãos conscientes, participativos e éticos, preparados para contribuir com uma gestão pública cada vez mais transparente, responsável e íntegra.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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