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Seduc e Banco Mundial reforçam parceria visando avanços do Projeto de Aprendizado Digital, Inclusivo e Sustentável de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) recebe, nesta quarta e quinta-feira (25 e 26.2), uma comitiva do Banco Mundial para mais uma missão de supervisão do Projeto de Aprendizado Digital, Inclusivo e Sustentável de Mato Grosso (Padis-MT).

A agenda marca mais uma etapa estratégica de acompanhamento técnico e de alinhamento das próximas ações do programa, que têm foco no fortalecimento pedagógico, na formação continuada de profissionais e na modernização da gestão escolar, com atenção às exigências socioambientais.

A missão conta com a presença de Jaime Saavedra, Diretor de Desenvolvimento Humano para a América Latina e o Caribe; Leandro Costa (Economista Sênior e Gerente do Projeto), Isabella Meyer (Profissional Júnior) e Louisee Cruz (Especialista em Educação).

Representantes da Seduc e técnicos do Banco Mundial devem realizar visitas a unidades escolares, analisar indicadores e resultados já alcançados e discutir estratégias para ampliar o alcance social e educacional dos investimentos.

Executado pela Seduc com apoio do Banco Mundial, o Padis prevê que a inovação digital caminhe junto com inclusão e segurança, seguindo estritamente as Normas Ambientais e Sociais (NAS).

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O Padis integra o EducAção 10 Anos, iniciativa estruturante do Governo de Mato Grosso para elevar a qualidade da educação pública. Por meio de um contrato de financiamento de US$ 125 milhões, o projeto tem metas como modernizar a gestão escolar, ampliar infraestrutura digital e apoiar a construção de escolas sustentáveis em todas as regiões do estado.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o acompanhamento do Banco Mundial reforça a consolidação de um modelo de gestão orientado por evidências e resultados. Ele destaca que a Seduc tem buscado incorporar práticas permanentes de eficiência, transparência e tomada de decisão baseada em dados, para que os investimentos gerem impacto duradouro.

“Esse resultado é fruto de uma política educacional pautada na formação continuada de professores, no uso inteligente de dados educacionais, na integração digital e na valorização dos profissionais da educação”, afirma o secretário.

Os efeitos da política educacional associada ao investimento, segundo ele, já aparecem em indicadores como o Ideb do Ensino Médio, em que a rede estadual avançou da 22ª para a 8ª posição no país em seis anos.

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“Esta parceria nos permite ir além do concreto e dos computadores. Estamos absorvendo as melhores práticas internacionais para consolidar a Seduc como um modelo de gestão responsável, inclusiva e sustentável”, conclui Alan Porto.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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