MATO GROSSO

Seduc divulga resultado preliminar de seletivo para militares em escolas cívico-militares de MT; final sai quarta-feira (25)

Publicado em

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) divulgou na tarde desta quarta-feira (18.3), o resultado preliminar do processo seletivo destinado à formação de cadastro de reserva para militares da reserva que irão atuar nas escolas cívico-militares da Rede Estadual.

O seletivo, aberto no início de março, tem como objetivo suprir a demanda das unidades escolares que adotaram o modelo cívico-militar, além de atender necessidades administrativas da própria Seduc. Apesar da publicação da lista preliminar, a efetiva contratação dos candidatos dependerá da abertura de vagas ao longo da validade do processo.

As inscrições foram realizadas exclusivamente pelo Sistema Estadual de Seleção (SIES/MT), entre os dias 2 e 9 de março. Os candidatos puderam se inscrever para apenas um município e precisaram anexar toda a documentação exigida em formato digital.

Podem participar oficiais e praças da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), desde que estejam na reserva ou com passagem já agendada. Para a função de monitor, foi exigido o cumprimento do serviço militar obrigatório. Todos os selecionados deverão cumprir carga horária de 40 horas semanais.

Leia Também:  Contribuintes com placas finais 1 a 4 devem pagar IPVA a partir de março

O processo seletivo é dividido em três etapas: inscrição com envio de documentos, análise curricular (com avaliação de títulos, cursos e experiência profissional) e curso de formação obrigatório, com carga de 20 horas, realizado de forma online pela plataforma AVADEP. A não conclusão dessa etapa impede a contratação.

A remuneração varia conforme a função. Militares estaduais da reserva serão designados por meio de Prestação de Tarefa por Tempo Certo (PTTC), enquanto integrantes de outras forças poderão ser contratados via Prestação de Tarefa por Tempo Determinado (PTTD), com valores equivalentes aos cargos comissionados DGA-4 e DGA-5.

O edital prevê ainda a reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência (PcD), desde que haja compatibilidade com as atribuições. Caso não haja aprovados nessa condição, as vagas serão destinadas à ampla concorrência.

A classificação final será organizada por município, polos regionais e também em lista geral estadual. Em casos de empate, serão considerados critérios como tempo de serviço, antiguidade militar e idade.

O processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado. A convocação ocorrerá conforme a necessidade da administração pública, respeitando a ordem de classificação.

Leia Também:  Polícia Militar apreende adolescente com 17 porções de drogas em Nova Xavantina

Confira AQUI o resultado.

Cronograma oficial
• Publicação do edital: 27/2/2026
• Período de impugnação ao edital: 27/2/2026 e 2/3/2026
• Resultado das impugnações: 4/3/2026
• Período de inscrições e solicitação de cota PcD: 2/3/2026 até 9/3/2026 (23h59)
• Análise das inscrições: 10/3/2026 a 18/3/2026
• Resultado preliminar das inscrições: 18/3/2026 (a partir das 17h)
• Prazo para recursos: 18/3/2026 (17h) até 20/3/2026 (23h59)
• Resultado final das inscrições: 25/3/2026
• Curso de Formação: até o ato da convocação
• Convocação nas DREs/DME: 27/3/2026 a 31/3/2026
• Início das atividades: 1/4/2026

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Governo entrega 50 casas populares em Querência: "é a tranquilidade de ter um lar para chamar de meu", afirma moradora

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Sema apreende maquinário e aplica R$ 130 mil em multas por desmate ilegal em Apiacás

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA