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Seduc divulga resultado preliminar de seleção de professores para intercâmbio neste ano

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) divulgou o resultado preliminar dos professores selecionados para a segunda edição do programa MT No Mundo, que ocorrerá em 2024. A primeira edição foi realizada no ano passado e proporcionou uma experiência enriquecedora para os professores de Língua Inglesa da Rede Estadual de Ensino, com uma viagem à Inglaterra. Nas duas edições, o investimento foi superior a R$ 10 milhões.

Ao todo, 14 professores foram pré-selecionados para participar do programa, que terá a duração de três semanas em um país de língua inglesa, que ainda será divulgado. De acordo com o edital, a participação no processo seletivo foi automática para todos os professores de Língua Inglesa da Rede Estadual. Cada um dos selecionados pertence a uma Diretoria Regional de Educação (DRE), garantindo uma distribuição geográfica equilibrada.

  • O resultado preliminar dos selecionados pode ser conferido AQUI
Para participar do programa, os professores precisam atender a alguns critérios básicos. É necessário ser servidor da Seduc, ter habilitação em Língua Inglesa e estar atribuído em sala de aula, lecionando Língua Inglesa no 8º e 9º ano do Ensino Fundamental ou em qualquer ano do Ensino Médio de 2023 e 2024.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, afirmou que é importante não possuir licenças ou afastamentos superiores a 60 dias nesse período e permanecer atribuído em sala de aula no momento do embarque. “Ser um educador atuante em sala de aula e dedicado em relação ao ensino e aprendizagem é fundamental”, pontuou.

Outro requisito é ter assinado o termo de inscrição e estar inscrito na plataforma Mais Inglês MT, oferecida pela Seduc. Além disso, é necessário ter cumprido pelo menos um nível e meio na plataforma, o que corresponde a 36 lições em 2023.

O edital proíbe a participação de professores que já tenham participado da primeira edição do programa em 2023, bem como professores que atuaram como monitores. Caso algum professor selecionado desista de participar, a Seduc irá convocar um candidato suplente.

O resultado final será divulgado em 30 de janeiro, após a análise dos recursos. “Os selecionados terão a oportunidade de vivenciar uma experiência internacional, aprimorando seus conhecimentos na Língua Inglesa e trazendo novas práticas pedagógicas para os nossos estudantes”, disse Alan Porto.

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Todas as despesas serão custeadas pelo Governo do Estado. O professor que fizer o intercâmbio receberá uma ajuda de custo de 100 libras por dia. Terão garantidos seguro-viagem e seguro-saúde durante o período em que estiverem no país do intercâmbio, as passagens de ida e volta, traslado, além de pagas as despesas com viagem para reuniões antes da viagem e confecção do passaporte.

A seleção dos 100 estudantes que também participarão do intercâmbio nesse ano começou no dia 15 de janeiro e a lista preliminar será divulgada no dia 27 de fevereiro. A relação final sairá no dia 12 de março.

Para saber outras informações sobre o edital acesse AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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