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Seciteci lança 2ª edição da revista Educação C&T com artigos de pesquisadores mato-grossenses

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Com o tema “Educação Científica e Fomentos de Pesquisa: inovação em foco”, a Revista Educação C&T, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), chega em sua 2ª edição. O material, que reúne artigos e relatos de experiências para o aprimoramento de novos conhecimentos nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação, será lançado no dia 5 de dezembro, a partir das 19h, no Museu de Arte e de Cultura da Universidade Federal de Mato Grosso (MACP-UFMT).

A revista tem a finalidade de disseminar o conhecimento pedagógico, científico, profissional e tecnológico, produzido nos mais diferentes ambientes de ensino e pesquisa do Estado. O conteúdo ainda promove o debate sobre o papel da ciência no desenvolvimento social, econômico e cultural de Mato Grosso.

De acordo com a coordenadora de Regulação e Supervisão da Educação Superior da Seciteci, e responsável por liderar a equipe de publicação, Fátima Possamai, a revista aborda o uso das inovações tecnológicas e seu alargamento nas esferas sociais, incluindo o campo educacional, cujas práticas pedagógicas têm utilizado as tecnologias e seus impactos significativos para a sociedade.

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“As discussões desta nova edição têm como base principal iniciativas de pesquisa e inovação em espaço universitário e no ensino técnico, incluindo um mapeamento sobre a oferta dessas categorias no estado de Mato Grosso. Também temos artigos que relacionam debates sobre a importância da pesquisa e desenvolvimento a partir da conexão com o ecossistema de inovação, impulsionados com a implantação do Parque Tecnológico MT e com o Circuito Itinerante de Ciência de Mato Grosso (MT Ciências)”, destaca a coordenadora.

A revista teve sua primeira edição lançada em 2022, durante a abertura da 19ª Semana de Ciência e Tecnologia, com o objetivo de divulgar as atividades da Seciteci e também das Escolas Técnicas distribuídas em Mato Grosso.

Segundo o professor universitário e técnico de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Rosemar Eurico Coenga, o periódico também possui a função de ser um espaço para ampliar a difusão do conhecimento científico produzido no estado.

“A ideia da revista nasceu pela demanda da criação de um periódico da Seciteci. Na ocasião, elaboramos todas as diretrizes e convidamos alguns colegas de universidades públicas, nacionais e internacionais, que se prontificaram a dar o suporte que compôs o primeiro dossiê. Então, ela surgiu justamente com o propósito de que os docentes das escolas e outros pesquisadores tivessem acesso e oportunidade de divulgar as pesquisas e relatos de pesquisas que elas estão desenvolvendo e empreendendo nas escolas”, explicou o professor.

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O lançamento da segunda edição da revista reunirá gestores, acadêmicos, docentes e profissionais das Instituições de Ensino Superior e Tecnológica do Estado.

A obra já está disponível gratuitamente em sua versão on-line na plataforma da Seciteci. Para acessar, clique aqui.

Serviço
Lançamento da 2ª edição da Revista Científica Educação C&T

Data: 05 de dezembro
Horário: A partir das 19h
Local: Museu de Arte e de Cultura Popular, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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