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Seciteci abre inscrições para curso técnico gratuito de iluminação e som em Barra do Garças e Cáceres

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Estão abertas as inscrições para o Curso da Tecnologia do Som e da Luz, ofertado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), para turmas em Barra do Garças e Cáceres. Ao todo são oferecidas 100 vagas. A capacitação é inteiramente gratuita e gera certificado de conclusão para todos os participantes.

Realizado em parceria com o Instituto Brasil e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o curso tem como objetivo potencializar a formação de trabalhadores da setor cultural, e visa atender uma demanda crescente diante da abertura de diversos editais de fomento à cultura no Estado.

As inscrições seguem até o preenchimento total das vagas disponibilizadas. As aulas em Barra do Garças começam no dia 19 de fevereiro. Já em Cáceres, o início está marcado para o dia 25 de fevereiro.

Durante os 6 dias de aulas, o curso oferece a oportunidade de desenvolver habilidades para atuação nos setores mais dinâmicos da indústria cultural, que são o audiovisual, a música e o design.

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Ao todo, o curso possui 56 horas e pode ser realizado de forma híbrida. Não é necessário ter conhecimento prévio ou estar atuando na área, e todo o material utilizado na formação será disponibilizado pelo curso.

O editor de vídeo e cinegrafista Jefferson Patrick participou do curso ofertado em Rondonópolis. Ele destacou a qualidade dos professores e contou que aproveitou as aulas para aprimorar seu conhecimento.

“O curso me deu muitos detalhes de aprendizado. Aproveitei a experiência dos professores para tirar dúvidas específicas. Eles foram ótimos, 100% prestativos e eu consegui sanar todas as dúvidas que eu tinha sobre iluminação e ajustes de sonorização”, afirmou o participante.

Vale destacar que, em Barra do Garças, a oferta conta com apoio da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), e em Cáceres, com a colaboração do Núcleo de Produção Digital da UFMT.

A formação também conta com professores do Instituto de Artes e Técnicas em Comunicação (IATEC). Participarão das aulas o professor Renato Muñoz, que já trabalhou com artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elba Ramalho e Marisa Monte, e que foi premiado como melhor profissional de PA do ano em 1997; e o mestre João Vicente, que atua há 24 anos no mercado como técnico de P.A. e monitor, além de técnico de gravação, mixagem e masterização.

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Também serão realizadas mentorias com outros professores com vasta atuação no cenário audiovisual cuiabano, como Agnel Velozo, especialista em captação de iluminação do estúdio.

Inscrições abertas

Para se inscrever, o interessado deverá preencher o formulário de inscrição até o final. Após o envio total das respostas, a inscrição será cadastrada automaticamente. Serão aceitas as solicitações de pessoas com idade a partir de 16 anos.

As inscrições para Tangará da Serra e Cuiabá serão disponibilizadas em breve.

CLIQUE AQUI para as inscrições em Barra do Garças;
CLIQUE AQUI para as inscrições em Cáceres.

Para mais informações: (65) 9 9815-7268.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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