MATO GROSSO

Seaf e Banco Mundial promovem missão técnica para lançamento do Programa MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade

Publicado em

Teve início nesta segunda-feira (3.11) a Missão de Apoio à Implementação do Programa MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade, uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e o Banco Mundial (BIRD) voltada ao fortalecimento da agricultura familiar, com foco em sustentabilidade, regularização fundiária e ambiental, inclusão produtiva e valorização das comunidades rurais e indígenas. O investimento total é de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões provenientes do Banco Mundial e US$ 20 milhões de contrapartida do Estado.

A programação segue até quinta-feira (6), às 14h, na Sala de Reuniões Garcia Neto, com a cerimônia de assinatura do lançamento do programa pelo governador Mauro Mendes, o vice-governador Otaviano Pivetta, representantes do Banco Mundial e demais autoridades. O evento marca o início da fase de execução plena do MT Produtivo, que integra o conjunto de ações estratégicas do Governo do Estado para impulsionar a agricultura familiar, gerar renda, promover sustentabilidade e reduzir desigualdades no campo.


A agenda técnica conta com a participação de representantes da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Empaer, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Intermat, Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT), Fundação Uniselva, Sefaz e Banco Mundial. As atividades ocorrem na Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), com uma série de reuniões e apresentações técnicas.

Leia Também:  Mato Grosso é finalista em edição nacional de feira de empreendedores da favela

O programa, que será implementado ainda em 2025 e terá execução até 2030, vai beneficiar mais de 15 mil famílias com apoio técnico e financiamento produtivo; 1.900 famílias com regularização fundiária; 11 mil famílias com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado.

Entre os temas debatidos ao longo da semana estão o planejamento e execução dos subprojetos produtivos da agricultura familiar, aspectos ambientais e sociais, com foco em salvaguardas, consultas públicas e participação indígena, regularização ambiental e fundiária de assentamentos e propriedades rurais, além de gestão financeira, aquisições e governança do programa.

Para a secretária da Seaf, Andreia Fujioka, o Governo do Estado tem consolidado um caminho sólido e sustentável para a agricultura familiar:

“Nunca antes na história de Mato Grosso o Governo investiu tanto na agricultura familiar. E esse investimento vai além do financeiro, envolve conhecimento técnico, boas práticas e uma relação cada vez mais próxima com os produtores. O grande legado desse projeto é a experiência que o Banco Mundial traz, com resultados comprovados no Brasil e no mundo, capazes de transformar a realidade do pequeno produtor”, destacou Andreia Fujioka.

Leia Também:  Governo forma soldados, promove militares e entrega viaturas do Corpo de Bombeiros nesta sexta-feira (28)

A economista agrícola sênior do Banco Mundial e gerente do projeto MT Produtivo, Bárbara Farinelli, ressaltou o empenho do Governo em priorizar políticas públicas que fortaleçam o setor:

“Esse projeto foi construído com base em experiências bem-sucedidas em outros estados e países, mas traz inovações desenvolvidas aqui mesmo, em Mato Grosso. A participação da Empaer é essencial para manter as ações próximas de quem produz. Vemos um grande interesse do Governo em fomentar a agricultura familiar, um setor que depende da regularização fundiária para ter acesso a crédito e a novas oportunidades”, afirmou Bárbara Farinelli.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

Published

on

Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

Leia Também:  Quarta edição de Sarau Literomusical celebra povos indígenas e Cuiabá

Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

Leia Também:  Pivetta rebate críticas internacionais e reafirma produção sustentável de Mato Grosso

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA