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Registro de sinistro de trânsito sem vítima deve ser feito apenas pelo portal do Detran

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) informa que, a partir desta sexta-feira (1º.8), todos os registros de sinistros de trânsito sem vítima passam a ser feitos de forma online e exclusivamente pelo portal da autarquia.

Para fazer o registro, basta acessar o portal do Detran (www.detran.mt.gov.br) pelo celular ou computador, ir à opção “Serviços” e depois clicar em “registro de sinistro sem vítima”. O acesso à página do registro é feito com o MT Login, ou pela conta do Governo Federal ou qualquer e-mail válido.

O serviço é gratuito e pode ser realizado por um dos condutores envolvidos no sinistro. Durante as etapas do registro, o cidadão deve incluir fotos e vídeos.

Os dados enviados no sistema serão validados pela equipe do Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (Renaest), do Detran, para posteriormente gerar uma certidão do registro do sinistro. O documento pode ser utilizado, por exemplo, para dar entrada no seguro do veículo.

Sinistros de trânsito sem vítima são aqueles que envolvem apenas danos materiais, como, por exemplo, colisão traseira, em cruzamento, raspão durante manobras de estacionamento, sinistros por causas naturais (chuva, pista escorregadia etc.), estouro de pneu com perda de controle e batida, entre outros.

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Segundo o gerente de Renaest do Detran, Walber Desto, a intenção é que a autarquia tenha esses registros para traçar ações preventivas visando à redução dos sinistros de trânsito.

“O primeiro passo para um sinistro com vítima é o sinistro sem vítima. Traçando parâmetros para reduzir um, também podemos reduzir o outro”, observou.

O presidente do Detran, Gustavo Vasconcelos, reforçou que o portal de registro de trânsito sem vítima é mais uma ferramenta de modernização dos serviços do Detran para o cidadão mato-grossense.

“Disponibilizamos mais essa facilidade para que o cidadão não precise se deslocar para fazer esse registro, proporcionando agilidade e facilidade ao condutor”, destacou.

O Detran reforça que, nos casos de sinistros de trânsito com vítima, os condutores envolvidos devem acionar o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), via 190, para atendimento da ocorrência.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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