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Projeto do Indea atingiu mais de 3 mil estudantes de MT levando educação sanitária

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Criação, abate, produção, inspeção e distribuição. Esse passo a passo é a síntese do caminho que os alimentos de origem animal percorrem do campo até a mesa do consumidor. E em todo esse processo, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) está presente. Para explicar o papel do órgão estadual nas etapas que envolvem as áreas de defesas sanitárias animal e inspeção sanitária ajudar a formar pequenos cidadãos disseminadores de boas práticas sanitárias, foi criado o projeto ‘Do Campo ao Prato’.

Idealizado pela Coordenadoria de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Animal (Cispoa) do Indea, ação consiste em levar até as escolas apresentações/palestras ministradas por servidores do órgão, onde são abordados temas como doenças transmitidas pelos alimentos, os cuidados necessários no trato de animais voltados para consumo, como, por exemplo, gado e frango, e informações sobre a importância da inspeção sanitária em frigoríficos e em produtos como leite, queijo, salame, ovos e mel.

Desde que foi implementado, em fevereiro do ano passado, o projeto ‘Do Campo ao Prato’ atingiu mais de 3 mil estudantes do Estado, de 122 municípios, com idade entre 10 a 12 anos. Somente neste ano foram 42 escolas percorridas pela ação.

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“Por onde passamos é nítido o interesse dos estudantes pelo tema, que ficam atentos a cada nova informações, podendo muitos deles matar a curiosidade sobre assuntos que são parte do dia-a-dia deles. E percebemos que eles levam todo esse conhecimento adquirido para a família e vizinhança a acabam sendo, de forma indireta, propagadores da educação sanitária”, explica o coordenador de Inspeção e Fiscalização de Produtos e Subprodutos de Origem Animal (Cispoa), Márcio Adélio de Carvalho.

Nas apresentações são utilizados materiais produzidos pelos servidores, sempre com a temática que vai da produção no campo, a importância do serviço de inspeção, como doenças que podem ser transmitidas por alimentos, apresentando os produtos de origem animal que devem ser inspecionados, o que deve ser observado nas embalagens e rotulagem dos produtos.

No projeto, os estudantes são estimulados a participar do concurso que vai eleger qual o melhor desenho e frase que melhor represente o projeto ‘Do Campo ao Prato’. A escola com o melhor trabalho ganhará uma mesa de pebolim, o professor um notebook e o aluno uma bicicleta. A premiação será entregue em outubro, após avaliação dos trabalhos feitos pela comunidade escolar.

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Esses prêmios foram viabilizados pela parceria com Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança do Leite de Mato Grosso (FQPSLEITE), que doa também aos alunos uma garrafa customizada. O presidente do FQPSLEITE, Antônio Carlos Dourado, reforça “a importância da parceria entre o Fundo e o Governo do Estado, na formação de futuras gerações, e que todo o conhecimento difundido em salas de aulas se expandam e ajudem a sociedade a adotar de forma precoce e contínua as boas práticas sanitárias”.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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