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Projeto de capacitação atende a grupos e quintais da Comunidade São Gonçalo Beira Rio

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Associações, quintais tradicionais, entidades e produtores culturais que vivem na região da Comunidade São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá, podem se inscrever para participar de capacitações de projetos culturais, formalização de grupos e terceiro setor, territórios criativos e vivências.

Ao todo, são 30 vagas gratuitas oferecidas por meio do projeto São Gonçalo Sustentável, selecionado no edital Pontos de Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). As inscrições estão abertas e podem ser feitas online.

O projeto, que é executado pela Associação Cultural Flor Ribeirinha, tem o objetivo de oferecer ferramentas de gestão aos coletivos, visando à sustentabilidade dos grupos e, assim, a continuidade das manifestações da cultura popular na região.

A demanda por capacitação para fortalecer a gestão dos coletivos surgiu principalmente na pandemia, quando os grupos não podiam participar de festivais e nem realizar os eventos nos quais comercializavam os artesanatos e alimentos típicos da cultura cuiabana.

Ao todo, serão quatro encontros com os temas ‘Vivências’, ‘Sustentabilidade de territórios criativos’, ‘Formalização de grupos tradicionais e terceiro setor’ e ‘Elaboração de projetos culturais, execução e prestação de contas’. As capacitações serão realizadas no espaço Quintal da Domingas, onde fica a sede da Associação Cultural Flor Ribeirinha, de 19 a 22 de abril.

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Os interessados podem fazer inscrição por este link: https://bit.ly/3zZAP89

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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