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Profissionais da educação podem se inscrever para especialização em Gestão da Escola Pública

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Profissionais da educação pública de Mato Grosso terão até o dia 25 de agosto para se inscreverem na especialização latu sensu em Gestão da Escola Pública de Ensino Médio, ofertada pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) por meio da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg) e da Diretoria de Gestão de Educação a Distância (Dead).

O curso é gratuito desde o processo de inscrição e tem foco no planejamento, monitoramento e aprimoramento da qualidade do ensino, de forma a garantir principalmente a formação de gestores escolares da rede pública.

Além de diretores escolares e coordenadores pedagógicos que tenham concluído curso de graduação e atuem em escolas públicas estaduais ou municipais de Ensino Médio de Mato Grosso, também podem se inscrever professores da rede estadual, professor técnico da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), técnico Administrativo Educacional (TAE) e diretor e coordenador pedagógico das redes municipais de ensino.

Ao todo estão sendo ofertadas 291 vagas em seis polos: Cuiabá, Juína, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste e Sorriso. A Unemat possui sistema de cotas para inclusão social e desta forma garante a reserva de vagas para candidatos negros, pretos ou pardos, candidatos indígenas e para pessoas com deficiência.

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O curso tem duração de 12 meses, com carga horária de 360 horas e será realizado na modalidade de Educação a Distância (EaD). A formação combina atividades on-line, síncronas e assíncronas, além de encontros presenciais obrigatórios nos polos regionais.

Os custos com transporte, estadia, alimentação e demais condições necessárias para o desenvolvimento das atividades e das aulas do curso são de responsabilidade do aluno.

Inscrição é somente on-line, por meio do LINK.

Já neste outro LINK, o interessado deve localizar o edital nº 13/2025, Proeg/Dead, Processo Seletivo, Especialização (Lato Sensu) modalidade a distância, Curso de Pós-graduação lato sensu em Gestão da Escola Pública de Ensino Médio (GEPEM), e preencher as informações e anexar a documentação necessária.

Os candidatos cotistas devem anexar também as autodeclarações e demais documentos comprobatórios como laudo médico e declaração de pertencimento a comunidade indígena conforme o caso.

O processo de seleção ocorrerá em duas etapas sendo: Análise das Inscrições, e Avaliação de Títulos e documentos do currículo.

Datas importantes:

As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de agosto.

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Divulgação Preliminar das Inscrições Deferidas e/ou Indeferidas 28/8/2025.

Convocação para entrevistas para Ratificação de Declaração de Candidatos com reserva de vagas 3/9/2025.

Divulgação do Resultado Final do Processo Seletivo 23/9/2025.

Convocação para realização de matrícula (1ª chamada) – (previsão) 24/9/2025.

Início das aulas: previsão setembro/2025.

O cronograma completo e a ampliação do público alvo podem ser acessados AQUI.

Demais informações sobre o processo seletivo podem ser acessados no edital de abertura disponível AQUI.

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: [email protected]

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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