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Primeira-dama de MT entrega doações à Fundação Bom Jesus de Cuiabá

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), coronel Grasi Bugalho, fez a entrega simbólica de doações à rádio Bom Jesus de Cuiabá, nessa quarta-feira (22.05). Os produtos provenientes de apreensões foram recebidos pelo padre Renan Cunha, diretor-geral da rádio e vigário na Paróquia São José Operário, sob o Termo de Doação nº 008/2024, autorizado pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

As doações estão avaliadas em R$ 220 mil e incluem mercadorias, como roupas, calçados, acessórios, brinquedos e outros objetos. Esses itens serão comercializados no bazar da rádio Bom Jesus responsável pelas atividades beneficentes da Fundação Bom Jesus, com o objetivo de arrecadar recursos para a manutenção do trabalho de evangelização.

A primeira-dama Virginia Mendes destacou a importância da ação do Estado em apoiar os projetos.

“Estou imensamente feliz com a contribuição do Governo do Estado à Fundação Bom Jesus de Cuiabá. Sei o quanto o trabalho de evangelização precisa de apoio financeiro, e toda ajuda é bem-vinda. Agradeço à Sefaz pelas doações e à Setasc pelo trabalho junto às entidades. Que as bênçãos de Deus estejam sempre presentes nesse lindo trabalho”, pontuou.

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O padre Renan agradeceu o apoio da primeira-dama às causas da Fundação Bom Jesus. “Agradecemos à primeira-dama Virginia Mendes por todo o apoio que ela nos dá junto ao Governo para os trabalhos da Fundação Bom Jesus. A rádio Bom Jesus, que este ano completa 65 anos, poderá continuar com a nossa missão de evangelizar graças aos donativos recebidos”.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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