MATO GROSSO

Primeira corrida 4º Bravo Night Run tem prova adiada para 20 de julho

Publicado em

A Polícia Militar de Mato Grosso informa que a primeira corrida 4º Bravo Night Run, que será realizada em Várzea Grande, teve sua data alterada para o dia 20 de julho. A prova, que originalmente seria realizada no dia 04 de maio, continua com as inscrições abertas pelo site morro-mt.com.br.

Conforme a organização da prova, a escolha de uma nova data ocorreu para readequação de agenda e para uma melhor experiência do público participante. A corrida tem previsão de largada para às 19h, com trajetos de cinco e dez quilômetros com partidas e chegadas em frente ao quartel do 4º Batalhão de PM, na avenida Filinto Muller, em Várzea Grande.

As inscrições estão sendo realizadas pelo valor de R$ 90,00 e serão encerradas dez dias antes da realização da prova. A expectativa é que a primeira corrida noturna do 4º BPM reúna mil pessoas.

O primeiro colocado no percurso de 5km receberá R$ 1 mil, em segundo lugar R$ 700,00 e terceiro R$ 500,00. Já na categoria de dez quilômetros, o valor do prêmio é de R$ 1,5 mil para o primeiro lugar, R$ 1.100 mil para o segundo e por fim R$ 800,00 ao terceiro. Todos os demais competidores que finalizarem o percurso receberão medalhas.

Leia Também:  Venezuela marca eleição presidencial para julho; Maduro deve concorrer

Mais informações sobre a prova e a realização das inscrições podem ser conferidas clicando AQUI.


 

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Primeira-dama reforça ações diretas e indiretas para saúde da mulher

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Dos 33 mil inscritos em concurso da SES, 78% compareceram para fazer a prova

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA