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Prêmio MT Artes homenageia destaques da cultura neste ano

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Os vencedores do Prêmio MT Artes foram revelados em noite de gala no Cine Teatro Cuiabá, nessa quarta-feira (27.09). A premiação contempla três ganhadores em cada uma das categorias: artes visuais, audiovisual, dança, literatura e teatro.
As premiadas na categoria Artes Visuais foram as obras ‘(Des) construção de afetos’, da artista Paty Wolff; ‘Envenenada’, de Juliana Queiroz; e ‘Índia Torrando Farinha’, de Elpídio Vargas Marafigo Neto.

Na categoria Audiovisual, foram premiadas as produções “Escola de Raquel’, de Leandro Peska; Paradiso de Aníbal, de Diego Baraldi; e a série ‘Jardim de Conversas’, de Marcelo Okamura.

Os vencedores na categoria Dança foram o estúdio Ópera Ballet, por ‘La Bayadere’; Elka Victorino, por ‘Para Menores’; e o grupo Flor De Atalaia, por ‘Toada do Siriri’.
Na categoria Literatura, as vencedoras foram as obras ‘A Casa Do Posto’, de Larissa Campos, ‘Intermitência’, de Édson Flávio Santos, e ‘Repartição’, de Eduardo Mahon.

A premiação, na categoria Música, destacou os trabalhos de Anselmo da Costa Parabá, por ‘A Música Vem Pra Cima’, de Wanessa Dias, pelo Ep – Wanessa Dias, e Henrique Rodrigues e Jabur Maluf, por ‘Movimento Pantaneiro: Cheiro De Mato/Pantanal II’.

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E, na categoria Teatro, os vencedores foram ‘Boy De Quinta’, de Nariel Iatskiu Lozano; Coração, de Luciano Paulo; e ‘Encardidos’, de Danielle Souza Gabriel.

O Prêmio MT Artes é um projeto desenvolvido pela MT Escola de Teatro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), em parceria com a Associação Cultural Cena Onze. Em sua segunda edição, concorreram produções artísticas desenvolvidas no período de janeiro de 2022 a julho de 2023.
“Parabenizamos a todos e todas que tiveram seus trabalhos premiados no MT Artes e também aos demais trabalhadores do setor cultural em Mato Grosso, por levarem arte e cultura à população. O trabalho de vocês é fundamental para todos nós, então nosso muito obrigado”, destaca o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves.
Durante a cerimônia de entrega da premiação, o público, que lotou o Cine Teatro, pode ainda prestigiar diversas atrações artísticas, dentre as quais apresentações do grupo Cena Onze, da personagem humorística Penélope, performances teatrais e literárias, e shows dos grupos Buriti Nagô e Flor Ribeirinha, de Billy Espíndola e Beto Dois a Um.
Além das obras e artistas premiados, houve ainda cinco homenagens especiais. Receberam a estatueta na categoria especial, os secretários da Secel, Jefferson Carvalho Neves e Jan Moura, a secretária adjunta da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Eliane Paula da Silva, a Dona Domingas, do Flor Ribeirinha, e o escritor e historiador João Carlos Vicente Ferreira.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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