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Prazo para inscrições no Prêmio de Eficiência e Inovação é prorrogado

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O prazo para as inscrições no Prêmio de Eficiência e Inovação foram prorrogadas e podem ser feitas até o dia 6 de setembro. Os servidores podem submeter seus trabalhos até as 17h (horário de Cuiabá), por meio do formulário de inscrição online, disponibilizado no site Prêmio de Eficiência e Inovação. As matrículas são individuais ou em grupo de até cinco pessoas.

O concurso irá reconhecer e valorizar práticas públicas inovadoras, implementadas no Estado a partir de 2021 em benefício da população e que tenham gerado impactos positivos para a administração pública.

Ao todo, serão três categorias para inscrição: Transformação Digital, Eficiência Pública e Satisfação do Cliente. Podem concorrer servidores públicos civis ou militares, empregados públicos e contratados – com vínculo ativo até o momento da inscrição.

Os três primeiros colocados, além de receberem valores de R$ 150 a R$ 200 mil, também ganham passagens aéreas internacionais, com direito a acompanhante, e podem escolher entre América do Norte, Ásia, Europa e Oceania como destino. Os ganhadores que ficarem nas demais posições, levam de R$ 40 a R$ 120 mil, e passagens aéreas para a América do Sul e outras regiões do Brasil.

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Confira o edital completo por AQUI.

Aos interessados, as inscrições podem ser realizadas AQUI, até 06.09.2023.

Supervisão: Vitor Hugo Batista

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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