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Politec suspende emissão da carteira de identidade para ajustes no sistema determinados pelo Governo Federal

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) vai suspender temporariamente, entre os dias 9 e 11 de outubro, o serviço de emissão das novas Carteiras de Identidade Nacional (CIN) em todo o Estado. A decisão considera o processo de integração do sistema de identificação civil à nova plataforma digital de validação, e atende determinação do Governo Federal.

Até o dia 6 de outubro, os postos da Politec irão funcionar em horário reduzido: o atendimento será apenas no período matutino, das 8h às 12h. Já nos dias 9, 10 e 11 de outubro, os atendimentos serão suspensos integralmente. Em razão do feriado nacional pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), a previsão é que a emissão dos documentos seja retomada no dia 16 de outubro, já com o novo sistema.

As atualizações sistêmicas visam trazer maior eficiência e segurança ao processo de emissão das Carteiras de Identidade Nacionais e são necessárias para a continuidade da modernização dos Institutos de Identificação do país.

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Conforme a diretora Metropolitana de Identificação Técnica, Angela Quatti Nogarol, durante o período de redução e suspensão dos atendimentos, os papiloscopistas da Capital realizarão uma força-tarefa para a conclusão dos processos de carteiras de identidade já iniciados.

“As medidas de redução nos atendimentos por duas semanas e a suspensão por três dias também visam possibilitar que todos os processos já iniciados no atual sistema sejam finalizados até o dia 14 de outubro, além da necessidade de realização de testes, bem como capacitações dos servidores’’, ressaltou a diretora.

Nova carteira de identidade

A Carteira de Identidade Nacional começou a ser emitida em Mato Grosso no mês de março, tendo sido o quarto Estado a emitir o novo modelo em todos os postos de identificação simultaneamente.

A busca pela nova carteira de identidade aumentou consideravelmente a demanda da Diretoria Metropolitana de Identificação Técnica, ao mesmo tempo em que as adequações sistêmicas ainda se tornam necessárias.

De março até esta quata-feira (27.09), a Politec já atendeu 231.534 cidadãos para a emissão da CIN em Mato Grosso

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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