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Polícia Penal apreende drogas e outros materiais ilícitos com visitantes em unidades da capital e interior

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A Polícia Penal, da Secretaria de Estado de Justiça, flagrou diversos visitantes, neste fim de semana, tentando levar drogas e outros materiais ilícitos para presos custodiados em unidades da capital e do interior do estado.

Na Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, três visitantes foram detidas após o escâner corporal apontar que elas carregavam objetos ilícitos no corpo. Duas delas confessaram que estavam portando os materiais e espontaneamente retiraram os pacotes com cocaína.

Em outra ocorrência registrada, também em Rondonópolis, a equipe de plantão da penitenciária apreendeu diversos materiais durante revista no ônibus que transporta reeducandos que trabalham extramuro. Foram encontrados dois celulares, carregadores e fontes e fones de ouvido.

Penitenciária Central

Na PCE, em Cuiabá, dois funcionários da empresa de alimentação foram flagrados no domingo (18.5) deixando uma porção de maconha e fumo em um banheiro de unidade prisional. A movimentação foi flagrada por câmeras de segurança da penitenciária próxima à área onde são lavadas as cubas de alimentos. Os dois homens, de 46 e 21 anos foram conduzidos à Central de Flagrantes da Polícia Civil.

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Outras ocorrências foram ainda registradas com visitantes que tentaram entrar com produtos de uso proibido na penitenciária, como fumo.

No interior

Nas cadeias de Primavera do Leste, Paranatinga e Campo Novo do Parecis, policiais penais também flagraram visitantes que tentaram entrar com materiais como entorpecentes, pacotes de fumo e cigarros.

Na unidade prisional de Paranatinga, uma mulher tentou levar maconha disfarçada em cápsulas de medicamento. Ela foi conduzida à Delegacia da Polícia Civil.

Na cadeia de Primavera do Leste, outra visitante também tentou levar entorpecente para o companheiro preso. Ela foi encaminhada ao plantão da Delegacia Municipal.

Na unidade prisional de Campo Novo do Parecis, mais duas visitantes foram detidas com porções de fumo e maconha. Os policiais penais também localizaram um par de chinelos perto da unidade prisional onde estavam escondidas porções de maconha.

“Nossos policiais penais seguem atentos às tentativas de ingresso de materiais proibidos nas unidades prisionais e vêm executando as ações de controle e segurança. E com esse trabalho aprimorado vamos melhorar ainda mais a segurança dentro das unidades prisionais, o que se reflete também na segurança fora delas”, reforçou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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