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Polícia Militar registra redução de criminalidade no primeiro trimestre em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso registrou redução de roubos e furtos no primeiro trimestre deste ano em Cuiabá. Durante as ações de patrulhamento tático e ostensivo, no âmbito do Programa Tolerância Zero, as equipes do 1º Comando Regional da Capital também apreenderam quantidade significativa de armas, recuperaram veículos roubados e prenderam 135 foragidos da Justiça.

Entre os dias 1º de janeiro a 15 de março de 2026, os policiais militares registraram 263 ocorrências de roubo, enquanto no mesmo período, do ano passado, foram contabilizados 318 ações criminosas, resultando na redução de 17%. Já com relação aos furtos, neste ano, os policiais atenderam 2.074 chamados e, em 2025, 2.340 ocorrências, equivalente a uma redução de 11% nos índices criminais.

O comandante do 1º CR, coronel Lima Junior, destacou que esses números se atribuem às importantes ações estratégicas, maior presença dos policiais nas ruas e uso intensivo de inteligência por parte das equipes nas ações de combate à criminalidade.

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“O trabalho contínuo das equipes de policiamento tático e ostensivo têm sido fundamentais para desarticular, principalmente, facções criminosas. Os dados refletem o fortalecimento das ações de segurança pública na Capital, com foco na prevenção e repressão qualificada aos crimes patrimoniais”, apontou o coronel Lima Júnior.

De acordo com o comandante do 1º CR, as equipes têm atuado de forma integrada, com abordagens, checagens e monitoramento constante em áreas com maior incidência criminal. As ações incluem, ainda, barreiras policiais, saturação de bairros e resposta rápida às ocorrências, fatores que contribuem para o aumento da sensação de segurança da população.

De acordo com dados apresentados pela unidade, o número de armas de fogo apreendidas aumentou 41%, saltando de 22 armas de fogo para 31 apreendidas no mesmo período, enquanto os veículos recuperados cresceram 14%, aumentando de 58 veículos para 66, contribuindo para a devolução de bens à população.


Os policiais militares efetuaram a prisão de 135 foragidos da Justiça neste ano e contabilizaram aumento de 78% de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO), de 206 para 366. Em 2026, também foram realizadas 58 operações policiais em toda a Capital.

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“Todas essas ações estão inseridas no âmbito da Operação Tolerância Zero, que tem potencializado a capacidade de resposta da Polícia Militar e ampliado a eficiência das ações em campo. Os resultados são fruto direto da intensificação das operações policiais, com foco em inteligência, saturação de áreas críticas e ações integradas. O cenário reforça uma tendência de queda nos índices criminais em Cuiabá, impulsionada pelo aumento da presença policial e pela eficiência operacional e investimentos do Governo do Estado”, ressaltou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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