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Polícia Militar prende seis homens após sequestro e roubo de gado em Nossa Senhora do Livramento

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Equipes policiais do 2º Comando Regional da PM desarticularam uma quadrilha e prenderam seis homens após um roubo seguido de sequestro, neste domingo (23.07), na zona rural de Nossa Senhora do Livramento. Na ação, foram apreendidas quatro armas de fogo e dezenas de munições. Dois veículos e 40 cabeças de gado foram recuperadas.

No início da tarde, a PMMT recebeu informações sobre uma ocorrência de cárcere privado em uma propriedade rural. Segundo o denunciante, que conseguiu escapar da quadrilha, os criminosos teriam rendido e deixado cinco vítimas amarradas e realizaram diversas ameaças com arma de fogo, fugindo levando cerca de 40 cabeças de gado.

Na propriedade, uma das vítimas foi encontrada e afirmou que os suspeitos fugiram após um refém conseguir escapar. A vítima ainda disse que toda a família estava sendo mantida em cárcere desde a tarde de sábado e que a quadrilha teria por volta de seis suspeitos, que fugiram em veículos que eram da propriedade rural.

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Todas as equipes policiais da área foram acionadas e iniciaram diligências pelas estradas que cortavam a cidade. Na rodovia federal BR-070, a 6ª Cia de PM de Poconé se deparou com um Voyage branco da propriedade e iniciou acompanhamento. Os suspeitos notaram a presença policial e aumentaram a velocidade, vindo a perder o controle do carro, caindo em uma ribanceira após tentarem realizar uma ultrapassagem irregular.

Na abordagem, dois suspeitos foram encontrados, sendo que o suspeito que estava como motorista efetuou disparos contra a PM, que revidou a ação e atingiu o criminoso, que não ficou ferido gravemente. O homem se entregou e foi detido junto com um segundo suspeito. Com os criminosos foram encontradas uma pistola, uma espingarda e munições.

Na continuidade das diligências, já no começo da noite, os militares da Força Tática do 2º CR receberam a informação de que o restante da quadrilha estava em um Fiat Argo prata, também roubado da fazenda.

Em patrulhamento pelo bairro Jardim Eldorado, os policiais encontraram o referido veículo ocupado por quatro homens e realizaram abordagem. Questionados, os criminosos confessaram o roubo na propriedade rural e também apresentaram a chave de um veículo Siena, roubado para chegar na fazenda, e que o carro estava estacionado em um supermercado.

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Ainda em depoimento, um dos criminosos também disse que teria deixado os objetos utilizados no crime, em sua residência, no bairro Parque Paiaguás. No endereço indicado, os policiais encontraram mais duas espingardas e munições para as armas de fogo. Em seguida, os suspeitos receberam voz de prisão.

Na Central de Flagrantes de Várzea Grande, o proprietário da fazenda esteve presente e reconheceu os criminosos. Uma equipe policial fez contato informando que teria encontrado cabeças de gado, em uma chácara abandonada no bairro Formigueiro. A vítima reconheceu os animais por fotos e se prontificou a fazer a recuperação do gado.

Os suspeitos foram presos em flagrante e ficaram à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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