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Polícia Militar prende dois membros de facção com porções de drogas e munições

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Equipes do 5º Batalhão de PM prenderam dois homens, ambos de 34 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite deste domingo (15.12), em Rondonópolis. Na ação, os policiais apreenderam meia barra e 11 porções de supermaconha (skunk), e nove munições calibre .38 intactas.

Em patrulhamento, pelo bairro Jardim Iguassu II, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) flagrou dois homens em atitude suspeita em uma motocicleta. Os policiais notaram ainda que um deles estava sem capacete.

Os militares iniciaram aproximação. Os suspeitos pararam em frente a uma residência e fugiram quando perceberam a presença policial. Um homem entrou na casa e o outro seguiu em direção oposta, jogando uma sacola no chão, mas ambos foram detidos.

Com um dos suspeitos nada foi encontrado. Com o outro homem, foi localizada uma sacola com nove munições calibre .38 intactas e duas porções de substância análoga à skunk. Na sacola jogada no chão, foram encontradas mais quatro porções da mesma droga.

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Em relato à polícia, informou que havia mais entorpecentes na residência, onde a equipe localizou meia barra e cinco porções de skunk, além de mais embalagens para embalo da droga e balança de precisão. Também foi identificado que o homem já tem passagem policial por tráfico de drogas e faz parte de uma facção criminosa.

Diante dos fatos, os suspeitos foram detidos e encaminhados à Delegacia, junto com a motocicleta e material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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