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Polícia Militar liberta pai e filho reféns de assalto e prende três homens

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A ação rápida da Polícia Militar de Mato Grosso resultou no salvamento de pai e filho, de 34 e 8 anos, vítimas de sequestro e roubo, na tarde deste domingo (01.12), em Cuiabá. Na ação, três jovens, com idades entre 19 e 20 anos, foram presos em flagrante. Uma arma de fogo foi apreendida.

Conforme a ocorrência, as equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), em patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, receberam informações sobre o sequestro de pai e filho. As vítimas estavam sendo mantidas em cárcere privado dentro de uma caminhonete.

Os militares identificaram que o veículo possuía rastreamento, que indicava a região do bairro São Mateus, em Várzea Grande. Os militares foram até a região informada e iniciaram diligências, mas não conseguiram encontrar o veículo.

Em seguida, as equipes receberam novas atualizações sobre o monitoramento, que apontava a direção da estrada Contorno Leste, em Cuiabá. Os policiais retornaram para a Capital e receberam apoio da Força Tática do 1º Comando Regional e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) nas diligências e conseguiram localizar o automóvel em alta velocidade pela via.

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O acompanhamento foi iniciado e as ordens de parada foram ignoradas pelos suspeitos, que jogaram celulares e uma arma pela janela do carro, durante a fuga. Em determinado momento, os criminosos pararam bruscamente o carro e tentaram fugir a pé por uma região de mata, mas foram detidos rapidamente pelos militares.

Os policiais também retornaram ao ponto onde os suspeitos haviam dispensado objetos e recolheram celulares e um revólver de calibre .38.

As vítimas do sequestro foram encontradas no interior da caminhonete. Para os militares, a vítima informou que foi rendida junto de seu filho e mantidos dentro do carro, enquanto os criminosos o obrigaram a realizar mais de R$ 100 mil em transações financeiras via pix para diversos CPFs. A vítima também informou que, a todo o momento, os suspeitos colocaram a arma na cabeça de seu filho e o ameaçaram de morte.

Diante da situação, os três homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

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A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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