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Polícia Militar frustra tentativa de roubo em chácaras e prende quadrilha em Várzea Grande

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A Polícia Militar prendeu dois homens, de 21 e 23 anos, e apreendeu dois adolescentes, de 15 e 16 anos, nesta segunda-feira (13.01), em Várzea Grande. A quadrilha foi interceptada ao planejar roubos em chácaras e em uma loja de eletrodomésticos. Com os suspeitos, foram apreendidas uma espingarda calibre .22 e porções de maconha.

Por volta de 17h, o Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão da PM recebeu uma denúncia sobre criminosos que estariam planejando roubos em propriedades rurais na região do distrito de Bonsucesso, em Várzea Grande, e também em um estabelecimento comercial, de Cuiabá.

Os policiais se deslocaram até o local indicado da denúncia e abordaram dois adolescentes em atitude suspeita, que tentaram fugir ao verem a viatura. Com eles, foram encontradas duas substâncias análogas à maconha. Em relato, os menores confessaram que estavam esperando dois comparsas para praticarem os crimes.

Os militares continuaram as buscas e foram até dois endereços, informados pelos adolescentes, e localizaram os dois homens que faziam parte da quadrilha. Na primeira casa, a PM apreendeu ainda um tablete e um pedaço de maconha.

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Já na segunda residência, os policiais apreenderam uma espingarda calibre .22 adaptada e uma munição intacta. Com o homem abordado, também foi identificado um mandado de prisão em aberto em seu nome.

Diante dos fatos, os homens e os adolescentes foram encaminhados para Central de Flagrantes, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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