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Polícia Civil prende suspeito de furtar caixa eletrônico e mercado em Várzea Grande

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A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (20.1), um homem, de 35 anos, suspeito de ser um dos envolvidos no furto a um supermercado e um caixa eletrônico localizados no Residencial Jardim Guanabara, em Várzea Grande.

O crime ocorreu durante a madrugada, por volta das 4 horas, quando uma quadrilha invadiu o mercado e arrombou um caixa 24 horas instalado no estabelecimento, levando todo o dinheiro.

Além disso, o grupo criminoso ainda furtou aproximadamente R$ 20 mil pertencente ao mercado, ampliando o prejuízo causado pelo crime.

A Polícia Civil foi acionada e deu início às investigações do caso. Imagens de câmeras de segurança mostraram o veículo utilizado pelos suspeitos, um Fiat Mobi cinza, que passou diversas vezes ao redor do mercado, estacionou nos fundos enquanto o resto do grupo praticava o crime e deu apoio à fuga.

Com o veículo identificado, uma equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) foi até a casa do proprietário, no bairro Santa Laura, em Cuiabá, onde o veículo foi encontrado.

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Os policiais notaram, ainda, que havia manchas de tinta vermelha no lado externo do porta-malas do veículo, semelhante à que sai dos caixas eletrônicos como mecanismo de defesa quando o cofre é forçado. As imagens de câmeras de segurança, inclusive, mostram os suspeitos indo até o carro com a tinta escorrendo no caminho.

Diante disso, equipes da GCCO cercaram o local e abordaram o suspeito. Foram encontrados mais vestígios de tinta vermelha em várias partes do veículo, confirmando a vinculação com o crime.

Questionado, o suspeito confessou a participação no furto. Os policiais foram até a casa dele e encontraram diversas cédulas de dinheiro, inclusive manchadas de tinta vermelha, e as roupas que o suspeito usou no crime, também manchadas.

Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado para a delegacia.

“A Polícia Civil segue com as investigações, com o objetivo de identificar e prender os demais envolvidos, bem como esclarecer integralmente a dinâmica dos fatos, reafirmando seu compromisso com o enfrentamento qualificado ao crime organizado”, afirmou o delegado Igor Sasaki.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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