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Polícia Civil prende quatro adultos e apreende adolescente envolvidos em homicídio de comerciante

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A Delegacia da Polícia Civil de Aripuanã, na região noroeste de Mato Grosso, prendeu, nesta quinta-feira (12.12), quatro suspeitos envolvidos em um homicídio, ocorrido nesta semana, e no tráfico de drogas.

As prisões ocorreram durante cumprimento de mandados de buscas para esclarecer o homicídio de Antônio Marcos Rudes, 48 anos. Ele foi morto na noite de terça-feira (10), em um bar da cidade, quando dois homens chegaram em uma moto e ordenaram que a esposa de Antônio entrasse no estabelecimento e depois atiraram contra a vítima, que estava no balcão.

Em um dos endereços alvo de buscas, a equipe policial encontrou a motocicleta usada para a execução de Antônio. A moradora da casa não estava no local, mas os policiais a localizaram em outra residência onde também foi apreendido o adolescente, suspeito de ser o autor do homicídio.

No quintal da segunda, os investigadores encontraram entorpecentes variados. Após sua prisão, a mulher ainda indicou aos policiais onde estava o restante da droga, que foi localizada em uma terceira residência.

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Os policiais civis fizeram buscas ainda pelo homem identificado como o piloto da motocicleta, também localizado e preso.

Durante as diligências, os policiais ainda prenderam em flagrante um suspeito por portar uma arma de fogo. Ele foi flagrado no momento em que a equipe fazia as abordagens e apreensões e ficou observando o trabalho dos investigadores. O suspeito foi detido quando chegava em sua casa e com ele localizado um revólver calibre 32, municiado. O quarto adulto foi detido com porções de entorpecentes e munições.

Os quatro adultos foram autuados em flagrante pelos crimes de homicídio, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e integração de organização criminosa. O adolescente foi autuado em ato infracional análogo a homicídio e organização criminosa.

A autoridade policial representou pela conversão dos flagrantes em prisões preventivas e pela internação do adolescente.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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