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Polícia Civil prende irmãos envolvidos com tráfico de drogas em Nova Mutum

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, prendeu um jovem de 18 anos e apreendeu um adolescente, de 16 anos, envolvidos com o comércio de entorpecentes no município.

Os irmãos foram flagrados em posse de porções de maconha já embaladas para venda e responderão por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Os policiais da Derf estavam em diligências no bairro Santa Terezinha, quando identificaram uma pessoa com comportamento suspeito na praça, circulando de bicicleta pelo local como se estivesse de vigília, aguardando alguém.

Ao perceber a aproximação da equipe policial, o jovem tentou fugir para uma mercearia, mas foi rapidamente abordado. Durante a revista pessoal, foram encontradas cinco porções de maconha prontas para comercialização, além de um aparelho celular.

Questionado, o suspeito confessou que realizava a entrega de drogas a mando de seu irmão, menor de idade, e indicou que havia mais entorpecentes em sua residência. Os policiais foram até o local indicado, onde localizaram o menor e, após buscas, apreenderam dez porções de maconha escondidas no bolso de uma calça, além de três porções de cocaína sob um colchão.

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Os irmãos foram conduzidos à Derf de Nova Mutum, onde foi lavrado o flagrante de crime e ato infracional de tráfico de drogas. Conforme os registros, o jovem de 18 anos já possui antecedentes criminais por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

O delegado titular da Derf, Rodrigo Rufato, ressaltou o compromisso da Polícia Civil no combate ao tráfico de drogas e outros crimes que impactam a segurança pública.

“As ações de repressão e investigação serão intensificadas, com operações estratégicas e monitoramento contínuo de áreas críticas, visando desarticular organizações criminosas e coibir a atuação do crime organizado no município”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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