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Polícia Civil prende investigado por matar homem em Paranaíta durante briga

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A Polícia Civil prendeu, nesse sábado (14.2), um homem, de 56 anos, suspeito de um homicídio ocorrido em Paranaíta, em que a vítima foi encontrada boiando no Rio Teles Pires no dia 26 de janeiro deste ano, com múltiplos golpes de faca.

O corpo foi localizado por funcionários de uma balsa de garimpo, que o viram boiando, já em avançado estado de decomposição, indicando estar em óbito há mais de quatro dias. O grupo amarrou o corpo para evitar que fosse levado pela correnteza e comunicou a polícia.

Na manhã do dia seguinte, o Corpo de Bombeiros e a Politec realizaram a remoção do corpo da água e a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Paranaíta, iniciou as investigações do caso.

A vítima, de 47 anos, foi assassinado a facadas por motivo fútil, durante uma briga em que os dois envolvidos estavam alcoolizados.

Após as investigações, o delegado Matheus Oliveira representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi localizado nesse sábado (14) às margens do Rio Roosevelt, em Aripuanã, escondido em uma área de mata.

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Durante a captura, ele estava com uma espingarda calibre 20 municiada, que foi apreendida, resultando também na prisão em flagrante do investigado por porte ilegal de arma de fogo.

O preso foi conduzido à Delegacia de Aripuanã e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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