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Polícia Civil prende homem por tráfico de drogas no Ribeirão do Lipa

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A Polícia Civil desencadeou uma ação de monitoramento, que culminou na prisão de um homem, de 24 anos, pelo crime de tráfico de drogas. A prisão ocorreu nesta terça-feira (11.11), no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá.

A ação foi resultado de uma investigação preliminar, após uma denúncia recebida pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc) de que uma residência estaria funcionando como ponto de comércio de entorpecentes.

Durante diligências, os policiais constataram intensa movimentação de pessoas na residência, com indícios típicos da comercialização de drogas. A equipe, então, procedeu à aproximação ao local. Lá, encontraram o suspeito na frente da casa, que correu para o interior do imóvel ao perceber aproximação dos policiais.

O homem foi detido em flagrante delito, confessando a prática de tráfico de drogas, bem como apontando onde armazenava os entorpecentes. No local foram apreendidas substâncias análogas à maconha e cocaína, uma balança de precisão, um rolo e meio de plástico filme e uma sacola com centenas de pinos (usados para embalar a droga), uma faca com resquícios de entorpecente, um aparelho celular e cerca de R$ 600 reais em dinheiro.

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Diante dos fatos, o suspeito e todo material apreendido foram entregues na Denarc para realização dos procedimentos legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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