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Polícia Civil prende estudante de direito e namorado pela prática de golpes em Tangará da Serra

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Uma estudante de direito e o seu namorado, suspeitos de aplicar golpes se passando por agentes bancários, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (1º.12), em ação realizada em Tangará da Serra. A prisão ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão contra os investigados.

A jovem, de 20 anos, estudante do sexto semestre de direito e o namorado, de 22 anos, com passagens por tráfico de drogas, se passavam por agentes bancários para acessar dados pessoais de vítimas e incentivá-las clicar em links fraudulentos. Eles foram autuados em flagrante pelos crimes de estelionato qualificado.

As investigações iniciaram há cerca de 30 dias, após denúncias de que a jovem, que trabalhava como estagiária no Fórum de Tangará da Serra, poderia estar envolvida com atividades ilícitas. A suspeita, que ganhava em torno R$ 2 mil, apresentava desproporção com a renda que tinha, andando com veículos de alto valor, motocicleta importada e celular de última geração, entre outros.

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Durante as investigações, foram levantados indícios do envolvimento da jovem com atividades ilícitas, sendo representado pelo mandado de busca e apreensão contra a investigada, que foi deferido pela Justiça. Em buscas na residência, foram apreendidos seis aparelhos telefônicos, um notebook, diversos chips, além de valores em dinheiro.

Segundo o levantamento, o casal se passava por agentes de bancos ou de operadoras de pontos de cartão, com a finalidade de enganar vítimas e acessar suas contas bancárias. As últimas mensagens encaminhadas pelo casal ocorreram poucas horas antes da entrada da equipe policial.

Diante dos fatos, o casal foi conduzido à Delegacia de Tangará da Serra, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato qualificado. O delegado responsável pelas investigações, Ivan Albuquerque Soares, representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, sendo posteriormente, os dois suspeitos colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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