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Polícia Civil prende envolvido em homicídio e ocultação de cadáver de jovem desaparecido em Tangará da Serra

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Um criminoso, envolvido nos crimes de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver de um jovem em Tangará da Serra, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (9.1), durante investigações conduzidas por meio da Divisão de Homicídios e Proteção de Pessoas, da 1ª Delegacia de Polícia do município.

As investigações iniciaram após a Polícia Civil tomar conhecimento do desaparecimento da vítima, Patrick de Oliveira Lucas, 26 anos, ocorrido no dia 01 de dezembro de 2025.

Em diligências contínuas para identificação do paradeiro da vítima, os policiais realizaram otivias de testemunhas e diversas abordagens que levaram até um dos suspeitos, que acabou confessando o envolvimento no crime e apontou o local exato onde a vítima estava enterrada.

Segundo as informações colhidas, a vítima foi amarrada e ainda com vida, foi levada até uma região de mata do bairro Alto da Boa Vista, ocasião que teve que se ajoelhar dentro da própria cova e recebeu quatro golpes de picaretas na cabeça. A vítima não resistiu aos ferimentos e foi a óbito, sendo na sequência enterrado pelos criminosos.

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O crime teria sido ordensado por uma facção criminosa, sendo que a vítima teve a morte decretada em razão de ser considerada “cagueta”.

Após a prisão, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Tangará da Serra, onde foi interrogado e autuado em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e também responderá a inquérito policial pelo homicídio qualificado.

As investigações seguem em andamento para identificar e prender outros envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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