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Polícia Civil prende criminoso envolvido explosão de cofre de loja de departamento em Várzea Grande

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Um integrante de facção criminosa, envolvido na explosão e no furto do cofre de uma loja de departamentos em março de 2024, em Várzea Grande, foi preso pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (28.2), em investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG) e com apoio da Diretoria de Inteligência.

Além do furto, o suspeito, de 29 anos, responde a processos pela prática de roubo majorado e possui condenação pela prática de homicídio qualificado. O suspeito também é um dos alvos da Operação Navahnoff, deflagrada pela Derf-VG, em dezembro de 2024. A prisão integra os trabalhos da Operação Tolerância Zero, idealizada pelo Governo de Mato Grosso, para combate da atuação de facções criminosas em todo o Estado.

As investigações que levaram a identificação do criminoso iniciaram em março de 2024 com objetivo de desarticular a associação criminosa, que na madrugada de 30 de março de 2024, explodiu e furtou o cofre da loja, localizada na Avenida da Feb, em Várzea Grande.

Na ocasião, cinco criminosos, munidos de arma de fogo, arrombaram os cadeados do portão e do pátio da loja e, mediante o emprego de dinamite, explodiram a parede da loja e subtraíram dinheiro guardado no cofre, de uma quantia aproximada de R$ 30 mil. No mesmo dia do crime, a equipe da Derf prendeu em flagrante um dos envolvidos e apreendeu o veículo utilizado pelos criminosos.

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O suspeito preso na data dos fatos foi o responsável por levar os comparsas até a loja e, posteriormente, para o local onde fariam a divisão do dinheiro. Na ação criminosa, foi utilizado um veículo Etios, produto de roubo ocorrido dias antes, ocasião em que duas universitárias foram rendidas mediante o emprego de arma de fogo.

No decorrer das investigações, a equipe da Derf-VG identificou outros quatro envolvidos, entre eles, o líder do grupo criminoso, o responsável por recrutar outros integrantes, o terceiro suspeito que atuou com a guarda dos explosivos e detonação no local de crime, e o quarto envolvido (preso na terça-feira) que também atuou na linha de frente da empreitada criminosa.

Segundo a delegada titular da Derf, Elaine Fernandes, os criminosos não ficaram insatisfeitos com o valor subtraído do cofre da loja, alegando que, usaram pouco explosivo, pois a intenção era explodir um buraco maior na parede, para arrastarem o cofre para fora, colocá-lo dentro do carro e empreenderem fuga.

“As investigações apontaram que o modo de ação do grupo criminoso é invadir os locais, buscando explodir os cofres, todos munidos de arma de fogo, para estarem preparados para o caso de confronto. Outra peculiaridade da atuação do grupo era recrutar funcionários de grandes empresas para que estes repassassem informações privilegiadas acerca da movimentação financeira e local exato do cofre”, disse a delegada.

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Durante os trabalhos investigativos, também apurou-se que os integrantes do grupo criminoso planejavam furtar o cofre de uma empresa que atua no ramo de autopeças, bem como explodir um caixa eletrônico de uma agência bancária.

Outro crime

O suspeito preso nesta terça-feira (18) também figura como um dos autores do roubo a uma residência, ocorrido no dia 07 de junho de 2024, no bairro Costa Verde, também em Várzea Grande.

Na ocasião, ele e mais três comparsas monitoraram a casa da vítima por 15 dias, até a data em que invadiram a residência, renderam os moradores e, munidos de arma de fogo, subtraíram joias, dinheiro e empreenderam fuga no veículo da vítima.

Além da grave ameaça, os criminosos agrediram fisicamente uma das vítimas com um pedaço de madeira. Um dos integrantes da associação criminosa chegou a desferir quatro disparos de arma de fogo contra as vítimas para coagi-las. Nenhuma delas foi atingida pelos tiros.

Fonte: Governo MT – MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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