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Polícia Civil prende casal com 130 porções de droga em Tapurah

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A Polícia Civil desarticulou mais um ponto de venda de drogas e apreendeu 130 porções de entorpecentes, na quarta-feira (11.12), no município de Tapurah (433 km a médio norte de Cuiabá).

A ação faz parte do pacote de medidas do Estado, “Tolerância Zero” contra o crime organizado contou com o apoio da Polícia Militar de Tapurah.

Um casal, ele de 24 e reincidente no tráfico, e ela de 36 anos, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, associação para tráfico e promover ou constituir organização criminosa.

Na residência situada no bairro São Cristóvão, foram localizados pinos de cocaína prontos para a venda, um tablete de maconha, dinheiro, celulares e uma arma de fogo.

Durante monitoramento do endereço com indícios de funcionar como boca de fumo, os investigadores notaram uma grande movimentação de pessoas, de moto e de bicicleta entrando e saindo do local, e que ficavam pouco tempo dentro da casa.

Diante dos fatos, os policiais civis com apoio dos militares se aproximaram do imóvel, e avistaram os dois suspeitos no quintal da casa.

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Ao realizar busca no carro da mulher, estacionado na garagem, foram apreendidas mais de 120 pinos de cocaína, uma porção grande e outras menores da mesma substância, um tablete de maconha, balança de precisão, uma espingarda de pressão, entre outros materiais.

Em seguida o jovem de 24 anos, monitorado por tornozeleira eletrônica, e a companheira de 36 anos, foram conduzidos para Delegacia de Polícia, interrogados e presos em flagrante. Após a confecção dos autos, ambos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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