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Polícia Civil investiga possível crime de abandono de um idoso doente em VG

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A Polícia Civil, por meio Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, instaurou investigação para apurar um possível crime de abandono de pessoa idosa. A vítima foi resgatada nesta quinta-feira (26.2).

O idoso foi abandonado, estava doente e debilitado, bem como vinha residindo de forma precária em uma casa no bairro Vila Arthur, em Várzea Grande.

Após receber denúncia anônima, os policiais civis da Delegacia da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande foram até o endereço onde constataram os fatos.

Diante da situação crítica de saúde do idoso, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para prestar atendimento médico.

Representantes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), também acompanhou o trabalho de resgate e retirada do idoso do local.

Com base nos fatos a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande segue em diligências investigativas para apurar o crime de abandona, identificar e responsabilizar os responsáveis legais pelo idoso.

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Rede Municipal de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa de VG

A Polícia Civil faz parte da Rede Municipal de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa (Renadi/VG), que foi instituída pela Prefeitura de Várzea Grande, através do Decreto nº 99 de 25 de novembro de 2025.

Essa rede integrada foi criada diante da necessidade de articular políticas públicas e ações intersetoriais de proteção e defesa da pessoa idosa no âmbito municipal.

Integram a rede, além da Polícia Civil, as Secretarias Municipais de Assistência Social, Saúde, Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Defesa Social, Ministério Público, Poder Judiciário da Comarca da Várzea Grande, Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa de Várzea Grande, Ordem dos Advogados do Brasil, Previvag, Câmara Municipal de Várzea Grande, Corpo de Bombeiros Polícia Militar e Procon.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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