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Polícia Civil esclarece homicídio em Nova Mutum com prisão do autor de disparos

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (03.07), o mandado de prisão preventiva contra o autor do homicídio de um jovem, ocorrido no mês de maio, no município.

A prisão do suspeito de 22 anos foi realizada com apoio das equipes da Delegacia de Lucas do Rio Verde e do Núcleo de Inteligência da Regional de Nova Mutum.

O crime que vitimou João Gabriel de Almeida, de 24 anos, ocorreu no dia 15 de maio, em um bar no Jardim Topázio, em Nova Mutum.

A vítima foi atingida por um homem que chegou em um carro branco, que ficou estacionado próximo ao bar. O passageiro do veículo desceu, entrou no bar e disparou vários tiros contra a vítima, que caiu perto da mesa de bilhar.

Durante a apuração do crime, a equipe da Derf prendeu uma mulher e apreendeu uma adolescente, ambas suspeitas de envolvimento no homicídio. As mulheres estavam em uma residência usada pelos suspeitos, no bairro Primavera 3, onde foram apreendidos um veículo Ônix, a arma utilizada no crime e uma motocicleta. Na casa ainda foram localizadas várias porções de cocaína e skunk.

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A arma apreendida foi encaminhada para a Politec para perícia com resultado positivo para o confronto balístico, confirmando ser a arma utilizada no crime.

Com o avanço das investigações coordenadas pelo delegado Guilherme Pompeo, o autor dos disparos foi identificado, sendo representado pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi autorizado pela Justiça.

A ordem de prisão contra o investigado foi cumprida na manhã desta quarta-feira (03.07) e o executor localizado no município de Lucas do Rio Verde. Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi interrogado, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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