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Polícia Civil desarticula ponto de tráfico próximo à unidade prisional e prende suspeito em Nobres

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A Polícia Civil realizou, nessa terça-feira (28.4), duas ações distintas de enfrentamento ao tráfico de drogas em Nobres, que resultaram na prisão de um suspeito, apreensão de 380 pinos de entorpecentes e condução de um adolescente por ato infracional análogo ao uso de drogas.

Em uma das ações, conduzida pela Delegacia de Nobres, após trabalho investigativo, foi possível desmantelar um ponto de venda de drogas, conhecido como “boca de fumo”, localizado nas proximidades da unidade prisional da cidade.

Durante as diligências, foi identificado que o suspeito realizava o comércio de entorpecente em sua residência e o armazenamento na casa de sua mãe, situada nas imediações.

Na abordagem aos dois imóveis, os policiais localizaram e apreenderam os 380 pinos de cocaína e duas porções de pasta base. O suspeito foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.

Em outra ocorrência registrada no mesmo dia, a equipe policial prendeu um homem, de 21 anos, em flagrante por tráfico de drogas, após monitoramento que indicava a comercialização ilícita em sua residência.

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Durante a incursão no imóvel, foram apreendidos uma porção de pasta base de cocaína e nove pinos de cocaína prontos para a venda. No decorrer da ação, um adolescente, de 17 anos, chegou ao local e, ao ser abordado, foi encontrado em posse de uma pequena quantidade de maconha.

O suspeito foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Já o adolescente foi encaminhado para as providências cabíveis, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

As ações integram o trabalho contínuo da Polícia Civil no combate ao tráfico de drogas na região, com foco na desarticulação de pontos de comercialização e responsabilização dos envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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