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Polícia Civil cumpre mandados e prende criminosos envolvidos com tráfico de drogas em Rondonópolis

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis deflagraram, na manhã desta quinta-feira (13.3), a Operação Narco Zero, para cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão contra integrantes de facção criminosa.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso, que tem como objetivo desarticular a atuação de facções criminosas, dentro do Programa Tolerância Zero, idealizado pelo Governo do Estado.

Os trabalhos resultaram na prisão em flagrante de dois criminosos envolvidos em crimes de tráfico de drogas, receptação e fraude processual. Além das prisões, foram apreendidos durante a operação aproximadamente R$ 14 mil em espécie, um carro de luxo e uma motocicleta produto de furto.

Durante o cumprimento dos mandados, dois alvos destruíram seus aparelhos celulares na tentativa de impedir o avanço das investigações. A tática é comum entre facções criminosas para dificultar o rastreamento de informações e a identificação de outros envolvidos no esquema ilícito.

Combate às facções criminosas

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Com apoio da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder) e do Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp), a operação também realizou a remoção de pichações feitas por facções criminosas.

As pichações, que fazem apologia ao crime com siglas de facções criminosas, estão sendo removidas como forma de retomar o espaço público e reafirmar o compromisso com a segurança.

O delegado Regional de Rondonópolis, Santiago Rozendo Sanches, destacou que a ação de limpeza faz parte da segunda etapa da Operação Interparts, com o objetivo de combater o crime organizado no Estado.

“Em Rondonópolis, a Narco Zero reforça esse compromisso, atingindo diretamente a estrutura financeira de organizações criminosas que atuam na região. A Polícia Civil segue firme no compromisso de reforçar a segurança e garantir a ordem pública para a população de Rondonópolis e de todo o estado”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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