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PM remove nove motocicletas e desarticula grupo que fazia manobras perigosas em Cuiabá

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Equipes da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) e do 24º Batalhão realizaram uma operação de fiscalização contra crimes de trânsito, no final da tarde deste sábado (8.2), em Cuiabá. Na ação, nove motocicletas com irregularidades foram removidas pelas equipes policiais.

A operação foi realizada no bairro Distrito Industrial, em uma região já conhecida por motoqueiros que praticam infrações. As equipes policiais receberam denúncias sobre um grupo de pessoas que estavam cometendo crimes de trânsito e perturbação do sossego.

No local, os policiais flagraram as ações delituosas e suspeitos utilizando as motocicletas em desacordo com as normas gerais de circulação, utilizando veículos adulterados, com escapamentos irregulares, sem retrovisores e sem capacetes.

Na ação, nove motocicletas foram removidas e 25 Autos de Infração de Trânsito (AITs) foram registrados pelas equipes policiais.

Os veículos removidos foram encaminhados para o pátio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) para demais providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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