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PM recupera três veículos furtados de locadora em Cuiabá e prende duas pessoas

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Policiais militares recuperaram nesta quinta-feira (28.12), em Cuiabá e Várzea Grande, três veículos furtados de uma locadora da Capital. Dois homens, de 36 e 44 anos, foram presos em flagrante pelos crimes de furto e receptação, respectivamente.

O crime foi solucionado depois que a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 9º Batalhão da PM recebeu uma denúncia, durante patrulhamento pela Rodovia Palmiro Paes de Barros, de que um Fiat Argo, de cor branco, com queixa de furto, estava transitando pela região.

Os militares abordaram o veículo no bairro Parque Ohara e constataram que se tratava de um carro furtado. O condutor do veículo afirmou desconhecer o fato e alegou aos policiais que tinha comprado o automóvel de um homem.

O suspeito ainda disse que estava em processo de transferência de documentos e que o suposto vendedor teria oferecido outros dois carros para venda. Em seguida, informou a localização de onde teria comprado o Fiat Argo, em Várzea Grande.

As equipes do GAP foram até o endereço e, com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), conseguiram identificar a residência e encontraram mais dois veículos HB20 de cor prata. O segundo suspeito também foi encontrado na residência e preso.

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Em vistoria minuciosa, os militares identificaram que os rastreadores dos carros HB20 tinham sido retirados nesta semana e o do Fiat Argo, em outubro deste ano. Também foi identificado que os carros pertenciam à empresa de aluguel de veículos, da Capital.

Os dois homens receberam voz de prisão pelos crimes e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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