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PM prende suspeito por violência doméstica e ameaça e apreende simulacro de arma de fogo

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Policiais militares do 24º Batalhão, prenderam, na madrugada deste domingo (23.2), um homem, de 37 anos, por violência doméstica e ameaça, no bairro São João Del Rey, em Cuiabá. A vítima, de 24 anos, foi agredida e ameaçada de morte pelo suspeito, que estava embriagado.

De acordo com boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados por volta das 2 horas, após a vítima relatar que teria sido ameaçada pelo marido.

À PM, a mulher relatou que o suspeito chegou na residência às 23h completamente embriagado, chutando o portão da casa e proferindo palavras de baixo calão contra a esposa. Em certo momento, ele saiu e retornou novamente, fazendo novas ameaças contra a mulher.

O suspeito pegou uma faca, a prendeu na cintura e começou agredir a esposa com socos na cabeça e nos braços, ameaçando-a de quebrar todos os seus dentes. Na sequência, o homem pegou uma carabina de pressão e ficou andando pela casa, proferindo injúrias e novas ameaças.

Após as agressões, a mulher conseguiu fugir do local e acionou a Polícia Militar. Rapidamente, as equipes se deslocaram ao seu endereço, identificaram e abordaram o suspeito ainda em flagrante.

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Com ele, os policiais apreenderam a faca, a carabina de pressão e encontraram, no guarda-roupas, um simulacro de pistola. O suspeito apresentava uma lesão do pé, causada por chutar o portão da casa. O homem foi encaminhado para atendimento médico e, em seguida, levado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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