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PM prende homem por violência doméstica e apreende armas de fogo em residência

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A Polícia Militar prendeu um homem, de 35 anos, por violência doméstica, ameaça e porte ilegal de arma, na manhã desta segunda-feira (8.12), no município de Querência. O suspeito foi denunciado por ameaçar a esposa com facas e armas de fogo. Com ele, foram apreendidos dois rifles, uma pistola e mais de 100 munições.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da 19ª Companhia de PM recebeu a comunicação de uma familiar, que informou que sua prima estava sendo agredida pelo esposo. Ainda de acordo com a comunicante, a vítima, de 28 anos, temia por sua vida, já que o agressor possuía armas dentro de casa e, constantemente, fazia ameaças com os objetos.

Diante das informações, os policiais foram ao endereço informado e encontraram o casal na residência. Em contato com a vítima, os militares notaram que ela estava com sangramento nas orelhas, em decorrência das agressões sofridas.

Em depoimento, a mulher relatou que foi agredida com socos, chutes, puxões de cabelo e tapas no rosto. Os fatos foram presenciados pelos filhos menores de idade. A vítima ainda disse que o homem quebrou seu celular e fez ameaças de morte com uma faca.

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O suspeito foi prontamente detido e, ao ser questionado sobre a presença de armas de fogo, levou os policiais até o cômodo onde os objetos estavam guardados. Nas buscas, a PM encontrou dois rifles, uma pistola e mais de 100 munições.

O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido até a delegacia da cidade, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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