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“Parece hospital particular; população merece essa qualidade”, afirmam primeiros pacientes da UPA Leblon

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Os primeiros pacientes atendidos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Jardim Leblon, em Cuiabá, na noite dessa sexta-feira (14.07), se impressionaram com a estrutura de alto padrão concluída pelo Governo de Mato Grosso, por meio do Gabinete Estadual de Intervenção na Saúde, mais próxima da casa deles.

A costureira Maria de Fátima, de 59 anos, foi uma das primeiras a chegar. Ela esperou os portões serem abertos em busca de atendimento para o filho, que está com uma infecção. Antes da inauguração da UPA Leblon, na quinta-feira (13.07), ele tinha sido atendido na UPA Morada do Ouro. Agora, foi atendido a 3 minutos de casa, na nova unidade.

“Ficou bem mais perto. É bom demais ter uma unidade no bairro da gente, ajuda muito e é mais cômodo”, afirmou.

Moradora do Pedregal, bairro vizinho ao Leblon, há 15 anos, Maria de Fátima confessou que já estava desacreditada da conclusão das obras. “Pensei até que nem fosse sair do papel, porque estava parada há tanto tempo”, completou.

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Com hipertensão e diabetes, Silvia de Lima, de 52 anos, moradora do bairro Jardim Imperial, foi até a UPA no primeiro dia de atendimentos em razão de uma garganta inflamada. Ela avaliou a estrutura e o atendimento como de excelência.

“O governo está de parabéns. A população merece toda essa qualidade. Isso faz toda a diferença para quem precisa”, afirmou.

O aposentado João Borges da Silva Filho, de 67 anos, também mora a poucos metros da UPA e buscou atendimento por causa de dores na coluna. Antes, ele se deslocava até outras unidades.

Morador do bairro há décadas, ele aguardava ansioso pela conclusão da obra e elogiou o resultado.

“Isso me alegra demais. É muito bom para a população. Tomara que as outras unidades sigam esse mesmo molde”, disse.

A filha do auxiliar de montagem Maique Henrique Silva Oliveira, de 23 anos, também foi uma das primeiras pacientes atendidas. A menina de 2 anos cortou o queixo depois de cair de uma cadeira. Morador do Pascoal Ramos, o jovem afirmou que a unidade pública de saúde parece particular.

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“Quando parei aqui na frente fiquei impressionado porque parece particular. Está tudo muito bonito, amplo”, elogiou.

A abertura dos atendimentos foi acompanhada pela interventora estadual na Saúde de Cuiabá Danielle Carmona.

“Essa unidade foi montada e equipada com alto padrão de qualidade, pensando no melhor atendimento da população. É com muita felicidade que iniciamos os atendimentos. Agora essa unidade funcionará durante 24 horas para o atendimento de toda a população. Poder proporcionar isso para os usuários do SUS é muito gratificante”, disse.

A satisfação com a inauguração também se estende aos funcionários da nova UPA. “É gratificante estarmos com uma unidade moderna e equipada”, afirmou Gláucia Helena Castro de Figueiredo, coordenadora da unidade. Enfermeira há 14 anos, ela conta que o desafio é prestar assistência digna tanto aos pacientes quanto aos servidores.

A UPA Leblon foi concluída pelo Gabinete de Intervenção Estadual na Saúde da capital, após ter sido iniciada em 2016 e não concluída pela atual gestão municipal.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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