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Pacote de ações e obras do Governo de MT impulsiona desenvolvimento em Itanhangá

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O Governo de Mato Grosso já investiu, nos últimos sete anos, R$ 459,8 milhões em Itanhangá, consolidando um amplo pacote de obras e ações que impulsionam o desenvolvimento do município em diversas áreas.

Na infraestrutura, por exemplo, os destaques são o asfaltamento de trechos das rodovias MT-242 e MT-338, com aporte de R$ 128,1 milhões, além de mais de R$ 3,7 milhões em asfalto novo para as ruas do bairro Nova Conquista.

A construção de uma ponte de concreto de 240 metros sobre o Rio Arinos, na MT-242, garantiu a conexão de fazendas e comunidades com a cidade. O investimento foi de R$ 18,3 milhões.

Já na educação, foram entregues cinco ônibus escolares, ampliadas salas na Escola Estadual Bromildo Lawisch e distribuídos 320 Chromebooks aos estudantes. Apenas essas três ações receberam mais de R$ 2,8 milhões em recursos estaduais.

Na saúde, houve repasse de R$ 150 mil para aquisição de ambulância.

A assistência social também foi fortalecida com a entrega de 6.700 cestas básicas do programa SER Família Solidário, de 2.060 cobertores pelo SER Família Aconchego e qualificação profissional por meio do SER Família Capacita. Todos essas ações foram idealizadas pela primeira-dama Virginia Mendes.

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Além disso, o município recebeu R$ 6,6 milhões em veículos, máquinas e equipamentos para reforçar os serviços públicos e a agricultura familiar.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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