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Ouvidoria da Sema tem novo número para denúncia de crimes ambientais via Whatsapp

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A Ouvidoria da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) passa a contar com novo número de celular para atendimento via Whatsapp. Para denúncias, solicitações, reclamações ou sugestões, a população pode encaminhar mensagens por meio do número (65) 98153-0255.

As denúncias são sempre anônimas. Na hora da queixa, os fatos devem ser descritos com detalhes, com data da ocorrência, tipo de infração, local do acontecimento e outras informações que indiquem como chegar no lugar. Se possível, é importante enviar as coordenadas quando se tratar de área de difícil acesso.

A Sema atende, principalmente, denúncias em casos de desmatamento ilegal, poluição de rios, extração de recursos minerais, emissão de efluentes e garimpo no interior do Estado.

Para registrar uma denúncia na Ouvidoria da Sema, basta acessar um dos canais de atendimento disponíveis por telefone, e-mail e WhatsApp. O registro também pode ser feito pessoalmente na sede ou em uma das 9 Diretorias de Unidades Desconcentradas (Regionais).

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Denuncie crimes ambientais
É possível realizar denúncias relacionadas a crimes ambientais em diferentes canais de atendimento. O horário de funcionamento da Ouvidoria é das 7h30 às 11h30, e das 13h30 e 17h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

Confira os contatos abaixo:
Telefone: 0800 065 3838
Whatsapp: (65)98153-0255
E-mail: [email protected]
Endereço da Sema: Centro Político e Administrativo, Rua C, S/N, Cuiabá-MT

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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