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Orçamento 2026 mantém responsabilidade fiscal do Estado e amplia investimentos em áreas essenciais

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz) participou, nesta terça-feira (4.11), da primeira audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para debater o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2026. Conforme a proposta encaminhada ao Legislativo, as receitas e despesas do Estado foram estimadas em R$ 40,79 bilhões, representando um crescimento de 10,02% em relação ao valor inicialmente previsto para o exercício de 2025.

Durante a apresentação, a equipe técnica da Sefaz destacou os principais eixos da proposta, evidenciando a continuidade da política de gestão responsável adotada pelo Governo de Mato Grosso. De acordo com os dados apresentados, o projeto orçamentário reflete o compromisso do Estado em ampliar os investimentos públicos com planejamento, transparência e sustentabilidade fiscal, assegurando o equilíbrio das contas e a manutenção da capacidade de investimento.

O secretário adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, ressaltou que o orçamento de 2026 consolida o modelo de gestão fiscal responsável que tem garantido a solidez das finanças estaduais.

“Mato Grosso tem conseguido manter o equilíbrio fiscal e, ao mesmo tempo, ampliar os investimentos que melhoram a vida das pessoas. Essa combinação de prudência e eficiência nos permite continuar investindo em áreas essenciais, com segurança e transparência”, afirmou.

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Do total da receita prevista, R$ 36,57 bilhões são receitas correntes e R$ 29,75 bilhões correspondem à arrecadação tributária, sendo o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a principal fonte de financiamento do Estado. Só esse tributo responde por 87,8% da composição da receita tributária.

A proposta prevê ainda um crescimento de 14,23% nos investimentos em relação ao valor inicialmente previsto para o ano de 2025, contemplando todas as áreas estratégicas para o desenvolvimento social e econômico, como infraestrutura, saúde, educação e segurança pública.

O PLOA organiza as ações e programas governamentais em seis eixos estratégicos. O Eixo Social, que abrange educação, saúde, segurança pública e assistência social, concentra R$ 13,25 bilhões. Nele destacam-se, por exemplo, programas que visam a construção, ampliação e modernização de hospitais regionais e reformas, ampliações e construções de escolas.

Já o Eixo de Infraestrutura destina R$ 3,22 bilhões a rodovias, obras e transportes, com destaque para programas de pavimentação, manutenção e construção de pontes. Uma das metas para nessa área inclui pavimentar mais 691 km de rodovias estaduais.

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No Eixo Econômico, voltado ao desenvolvimento produtivo, à agricultura e ao turismo, soma R$ 1,54 bilhão; o Eixo Institucional, que inclui os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, totaliza R$ 6,72 bilhões; o Eixo Digital tem R$ 132,35 milhões e o Eixo Ambiental, R$ 425,30 milhões.

Do total das despesas, 85,6% correspondem a gastos correntes, como folha de pagamento, encargos sociais e manutenção da máquina pública. Os demais 14,4% destinam-se a investimentos, inversões financeiras e amortização da dívida pública.

O orçamento foi construído com projeções econômicas conservadoras, garantindo segurança na execução e evitando frustrações de receita. Mesmo com essa postura prudente, Mato Grosso mantém condições fiscais sólidas e segue entre os Estados mais equilibrados do país.

A audiência foi conduzida pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), presidida pelo deputado estadual Eduardo Botelho, e contou com a presença dos deputados Carlos Avallone, Diego Guimarães, Jayme Campos, Chico Guarnieri, Júlio Campos e Sebastião Rezende, além da defensora pública geral Maria Luziane de Castro e de representantes da sociedade civil organizada.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil deflagra 2ª fase da Operação ‘Incarceratus’ e cumpre mandados em presídio de Sinop

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Capturas e Polinter, deflagrou entre os dias 6 e 7 de julho a segunda fase da Operação “Incarceratus”, em Sinop. A ação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e de condenação contra investigados por crimes graves no Estado.

A operação foca na repressão qualificada e no combate ao crime organizado. O trabalho baseia-se em um levantamento prévio de inteligência. Policiais civis cruzam dados do sistema para localizar ordens de prisão pendentes contra alvos que já se encontram detidos por outros delitos.

Desta vez, as ordens judiciais foram cumpridas na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira. A ação contou com o apoio fundamental da Polícia Penal. Os alvos respondem por crimes como homicídio, roubo, tráfico de drogas e organização criminosa.

Estratégia de contenção

A estratégia impede que detentos com pendências judiciais graves obtenham liberdade condicional ou progressão de regime de forma indevida. De acordo com a delegada titular da Polinter, Dra. Silvia Maria Pauluzi de Siqueira, a análise minuciosa das equipes permitiu identificar com precisão as ordens judiciais em aberto.

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“Os cumprimentos contaram com o suporte do Núcleo de Inteligência da Polinter. O setor atua no levantamento de alvos e dá apoio logístico às equipes de rua. Além de atender às demandas do Estado de Mato Grosso, a delegacia também atua no cumprimento de mandados de outras federações do país”, explicou o delegado Fernado Vasco Spinelli Pigozzi.

Fonte: Governo MT – MT

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