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Operações Lei Seca resultam em sete prisões por embriaguez e remoção de 46 veículos em Cuiabá

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Duas edições da operação Lei Seca realizadas simultaneamente na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, na madrugada desta quinta-feira (22.5), resultaram na prisão sete condutores por embriaguez ao volante e na remoção de 46 veículos. As abordagens ocorreram nos bairros Jardim Cuiabá e Coophamil.

No bairro Coophamil, três condutores foram presos por embriaguez ao volante, um deles com agravante por não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e outro, além de bêbado, entregou o próprio veículo a pessoa não habilitada que trafegava em velocidade incompatível com a segurança da via.

Houve também duas prisões de condutores que entregaram seus veículos a pessoa não habilitadas.

Neste ponto, 108 condutores passaram pelo teste de alcoolemia e 107 veículos foram fiscalizados. Ao todo, 33 veículos foram autuados e 27 removidos, sendo 15 carros e 12 motos.

Também foram confeccionados 56 autos de infração de trânsito, dos quais 13 por dirigir com veículo sem licenciamento ou registro, 12 por conduzir sem CNH, nove por conduzir sob efeito de álcool, três por recusa ao teste de alcoolemia e 19 por outras infrações.

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Na operação realizada no bairro Jardim Cuiabá, foram cinco pessoas detidas, sendo quatro por embriaguez ao volante e uma por entregar veículo a pessoa não habilitada.

Foram 37 condutores submetidos ao teste de alcoolemia, 32 veículos fiscalizados e 18 autuados. Neste ponto, 19 veículos foram removidos, sendo 17 carros e duas motos foram removidas.

Também foram confeccionados 24 autos de infração de trânsito, sendo oito por conduzir sob efeito de álcool, oito por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, três por recusa ao teste de alcoolemia, três por conduzir sem CNH, e duas por infrações diversas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nas ações, são empregadas equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran) da Polícia Militar, da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Corpo de Bombeiros (CBM), da Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil desarticula grupo criminoso suspeito de arrombar veículos e furtar pertences em Cuiabá e Várzea Grande

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (20.5), a Operação Décimo Mandamento para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso envolvido com arrombamento de veículos e furto de pertences em Cuiabá e Várzea Grande.

Na operação, são cumpridas nove ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão domiciliar e um de apreensão e arresto de veículo, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá. As ordens judiciais são cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, tiveram início após um furto ocorrido em agosto de 2025, no bairro Quilombo, em Cuiabá. Criminosos arrombaram uma caminhonete Toyota Hilux estacionada e subtraíram uma arma de fogo, carregadores, munições, documentos pessoais e cartões bancários que estavam no interior do veículo.

Durante a apuração dos fatos, os policiais da Derf analisaram imagens de câmeras de segurança, que flagraram o momento em que um dos suspeitos desceu de um veículo Hyundai Creta branco, utilizado para dar apoio à ação criminosa, já que outro integrante permaneceu na condução do automóvel.

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Durante as investigações, os policiais civis identificaram que o veículo utilizado no crime estaria envolvido em outras ocorrências de furtos em caminhonetes na Capital, praticados com o mesmo modo de ação.

Grupo criminoso

As investigações da Derf Cuiabá identificaram indícios de que o veículo era compartilhado entre integrantes do grupo criminoso investigado para a prática dos furtos em Cuiabá e Várzea Grande. O principal elo entre os investigados era o veículo Hyundai Creta, que funcionava como instrumento operacional da associação criminosa.

Os elementos apurados mostraram que os alvos possuem ligação principalmente por meio da posse, negociação e circulação do veículo utilizado na prática dos furtos. O automóvel passou sucessivamente pelas mãos de diferentes investigados, em negociações consideradas suspeitas, marcadas por informalidade, ausência de documentação regular, versões contraditórias e valores incompatíveis.

Os investigados mantinham contatos frequentes relacionados ao veículo, inclusive realizando discussões sobre multas e pendências do automóvel.

Ordens judiciais

Em checagem nos sistemas, foi possível verificar que parte dos envolvidos possui antecedentes criminais e que alguns atuavam em funções distintas dentro do esquema, como intermediação das negociações do veículo, ocultação da real posse do automóvel e possível participação direta nos furtos.

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Diante das evidências, foi possível constatar a existência de uma associação criminosa voltada à prática de crimes patrimoniais, especialmente furtos em veículos estacionados, sendo requeridas as ordens judiciais contra os alvos identificados.

Além das buscas domiciliares, a Justiça autorizou a apreensão e extração de dados de aparelhos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos encontrados nos endereços dos suspeitos, com o objetivo de aprofundar as investigações e localizar a arma de fogo furtada, que ainda não foi recuperada.

Décimo Mandamento

O nome da operação faz referência ao mandamento bíblico “não cobiçar as coisas alheias”, em alusão aos crimes patrimoniais praticados pelo grupo criminoso e investigados pela Polícia Civil.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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