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Operação prende 45 motoristas por embriaguez ao volante em Cuiabá e cidades do interior

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Ações da Operação Lei Seca realizadas na noite desta sexta-feira (26) e madrugada deste sábado (27.05), em Cuiabá, Cáceres (230 km) e Sorriso (420 km) resultaram na prisão de 45 condutores de veículos por embriaguez ao volante, em 255 testes de alcoolemia realizados.

A 2ª edição, deste ano, da operação em Cáceres aconteceu na Avenida Sete de Setembro, bairro Lava-pés. No total, 102 motoristas fizeram o teste de alcoolemia, dos quais apenas quatro apresentaram sinais de embriaguez e acabaram sendo detidos e levados à delegacia local.

Nessa ação, que teve início às 22h, 51 veículos foram autuados por apresentar irregularidades, dos quais 28 acabaram sendo removidos, sendo 12 carros e 16 motocicletas.

Em Cuiabá, a Operação Lei Seca foi realizada simultaneamente na madrugada deste sábado (27), em duas importantes avenidas: Beira Rio, no bairro Grande Terceiro, e Tenente-coronel Duarte (Prainha), no bairro Porto.

Ambas começaram as 3h e terminaram com o dia amanhecendo, contabilizando 14 prisões de motoristas por dirigirem sob efeito de álcool.

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No total, 120 condutores fizeram o teste de alcoolemia. Além das prisões, 38 veículos foram autuados por descumprimento de leis do trânsito, entre as quais falta da CNH (Carteira de Habilitação) e do licenciamento obrigatório.

Em Sorriso, a Lei Seca da madrugada deste sábado(27), foi a 14ª de 2023. Realizada na Avenida Idemar Riedi, no bairro Industrial, abordou 245 veículos, fez 130 testes de alcoolemia e o resultado foram 27 prisões. E ainda, 66 apreensões de veículos, sendo 48 motocicletas e 18 carros.

As operações mobilizam agentes das forças policiais e de órgãos estaduais e municipais de trânsito. Atuaram equipes do Batalhões de Trânsito e do Policiamento Ordinário da PMMT, das Coordenadoria Executiva de Trânsito, Deletran, Detran, Ciretran, Polícia Penal, Socioeducativo, Guarda Municipal, Semob, Polícia Rodoviária Federal(PRF), e Corpo de Bombeiros.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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