A Operação Lei Seca realizada na madrugada deste sábado(29.06), em Várzea Grande, resultou em 13 atuações criminais, sendo em 12 por embriaguez ao volante e uma por ameaça e desobediência.
Na fiscalização realizada na Avenida Couto Magalhães, na região Centro Norte, 5 dos 12 motoristas que estavam embriagados dirigiam sem a CNH, o que significa que tiveram a autuação criminal agravada pela ausência do documento exigido para todos que conduzem veículos automotores.
A 13ª prisão foi de um condutor que se alterou durante a abordagem e ameaçou os agentes de segurança de trabalhavam na operação. Ao todo, 157 condutores foram abordados e tiveram seus veículos vistoriados suas identidades checadas junto aos órgãos de justiça e segurança pública.
De acordo com relatório dessa ação, 61 veículos, entre carros e motocicletas tiveram de ser removidos, e 109 autos de infrações lavrados porque seus condutores ou a documentação veicular não estavam em conformidade com as exigências do Código Brasileiro de Trânsito(CBT) e outras legislações relacionadas a mobilidade urbana.
O valor da multa para quem conduz veículo sob efeito de álcool e outras substâncias psicoativas é de R$ 2.934,70. Sobre esse valor são acrescidos outros valores, como o da fiança para responder em liberdade, que é estipulado pela autoridade policial, das infrações pela ausência da CNH, certificado de registro, entre outras irregularidades.
A operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (20.5), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 29 anos, que já está recluso na Penitenciária Central do Estado (PCE), mas seguia cometendo golpes de dentro da unidade prisional.
O mandado foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Águas Claras, após o detento aplicar golpes do tipo “sextorsão”, também conhecido como “golpe da novinha”, em que a vítima é ameaçada de ter imagens íntimas divulgadas para extorsão financeira.
O suspeito foi identificado através do serviço de inteligência da Delegacia Especializada de Repressão de Crimes Informáticos (DRCI) e localizado recluso na PCE, onde foi cumprido o mandado de prisão, na tarde desta quarta-feira (20.5), por equipes da DRCI, pelo crime de estelionato.
O delegado Sued Dias Júnior, titular da Delegacia Especializada de Repressão de Crimes Informáticos (DRCI), orientou que a população sempre desconfie de ameaças recebidas por aplicativos e nunca realize transferências financeiras sem confirmação dos fatos.
“Esse tipo de crime causa prejuízos financeiros e também abalos emocionais às vítimas. É fundamental que a população denuncie e procure a polícia ao perceber qualquer tentativa de extorsão. As investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos”, destacou o delegado.
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