A operação Tolerância Zero – Duas Rodas realizada na quarta-feira (9.4), em Várzea Grande, resultou na confecção de 106 autos de infração de trânsito e na prisão de cinco pessoas. Os dados constam em relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), divulgado nesta sexta-feira (11.4). As abordagens ocorreram na Rua Ary Paes Barreto, em frente à Praça Áurea Braz, no bairro Cristo Rei.
Entre as infrações registradas, a maioria foi por condução de veículo não licenciado e por pilotar motocicleta sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Também foram aplicadas autuações relacionadas a alterações no sistema de iluminação dos veículos, uso de calçados inadequados por motociclistas, ausência de placas, uso de celular durante a condução, manobras perigosas e condução sem capacete, entre outras irregularidades.
Durante a ação, cinco pessoas foram presas, sendo duas por embriaguez e três por realização de manobras perigosas, gerando risco à população. Ao todo, 101 veículos foram fiscalizados. Destes, 71 foram autuados e 41 removidos.
A operação Tolerância Zero – Duas Rodas é realizada pelo GGI, com apoio do Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Departamento de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros, Politec, Sistema Socioeducativo, e Polícia Penal.
A ampliação da rede de energia trifásica em Mato Grosso vai reduzir custos de produção, ampliar a produtividade e criar novas oportunidades de negócios para milhares de famílias da agricultura familiar. Com investimento de R$ 1,4 bilhão, o Programa MT Trifásico, lançado pelo Governo de Mato Grosso em parceria com a Energisa, busca levar energia de maior capacidade e eficiência às comunidades rurais.
Para o produtor rural Carlos Roberto Leite da Silva, que trabalha com o cultivo de café há 22 anos, na Chácara Itapejara, conhecida como Café do Produtor, na região da Linha 12, em Tangará da Serra, a ampliação da rede trifásica pode representar um divisor de águas para os pequenos produtores do Estado.
“Essa iniciativa foi de grande valia para nós e vai melhorar muito a realidade de quem mora no campo. Muitos pequenos produtores não têm condições de implantar a energia trifásica por conta dos custos. Com a rede trifásica, além de ter uma energia mais eficiente, os equipamentos utilizados também são mais baratos. Na nossa propriedade, por exemplo, com energia monofásica, precisamos fazer um investimento de R$ 18 mil. Se fosse trifásica, esse custo seria de cerca de R$ 5 mil”, explicou.
Segundo Carlos Roberto, o benefício vai muito além da redução de custos. A ampliação da rede trifásica cria condições para que produtores familiares possam investir em agroindústrias e agregar valor à produção.
“Muitos produtores que trabalham com lavouras, leite ou frutas sonham em montar uma agroindústria para produzir queijos ou processar polpas, mas encontram dificuldades por causa da energia monofásica. Para nós, que trabalhamos com a indústria do café, a energia trifásica é essencial e vai ser um divisor de águas. Essa iniciativa do Governo do Estado vai ajudar muitas famílias a crescerem e desenvolverem seus negócios”, afirmou.
O Programa MT Trifásico prevê a construção de 5 mil quilômetros de rede trifásica entre 2026 e 2030, com investimento total de R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 700 milhões do Governo do Estado e outros R$ 700 milhões da Energisa.
A iniciativa busca ampliar o acesso à energia de qualidade nas áreas rurais, impulsionando a produção, fortalecendo pequenas agroindústrias e promovendo o desenvolvimento econômico dos municípios do interior.
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