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Obras do BRT continuam com cinco frentes de serviço em andamento

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As obras de implantação do Sistema BRT seguem em andamento, com cinco frentes de serviço ao longo das Avenidas do CPA e Tenente-Coronel Duarte (Prainha), incluindo concretagem de pistas e serviços de drenagem.

No trecho entre o viaduto da Sefaz e a Defensoria Pública, são realizados serviços de drenagem em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com substituição da tubulação antiga, que apresentou obstrução. No mesmo trecho são realizadas obras referentes a implantação do parque linear, com concretagem da ciclovia e plantio de grama.

Já no trecho entre a Rua Voluntários da Pátria e a Avenida Generoso Ponce será realizado o remanejamento da rede elétrica na região do Morro da Luz. Entre a Praça Ipiranga e a Avenida XV de Novembro o trabalho é para concretar a base da pista e correção de erosões.

Na Avenida XV de Novembro serão concluídas as obras de drenagem das travessas Bouret e Paiaguás. Após essa conclusão, ocorrerá uma interdição na pista da esquerda, na Avenida Tenente-Coronel Duarte, próximo ao Shopping Popular, também para os serviços de drenagem.

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Em frente ao Shopping Popular também são realizadas obras de drenagem. Está prevista a interdição da pista da esquerda.

Complexo Leblon

As obras do Complexo Leblon também continuam com a execução dos muros da trincheira em frente a Rua Boa Vista e escavações e execução de blocos da travessa do viaduto em frente a Todimo.

Parceria com Waze

Por meio de uma parceria com o aplicativo Waze, a Sinfra disponibiliza rotas alternativas para os motoristas evitarem os trechos durante as obras.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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